- Sputnik Brasil
Notícias do Brasil
Notícias sobre política, economia e sociedade do Brasil. Entrevistas e análises de especialistas sobre assuntos que importam ao país.

Jungmann: Brasil não aceitará intervenção de potências estrangeiras na Venezuela

© AFP 2022 / Vanderlei AlmeidaBrazil's Defense Minister Raul Jungmann (C) speaks before the 2,400 soldiers who will take part in the Olympic and Paralympics Games Rio 2016 security operation
Brazil's Defense Minister Raul Jungmann (C) speaks before the 2,400 soldiers who will take part in the Olympic and Paralympics Games Rio 2016 security operation - Sputnik Brasil
Nos siga noTelegram
O ministro da Defesa Raul Jungmann disse nesta sexta-feira, durante um evento no Rio de Janeiro, que o Brasil não admitirá qualquer tipo de intromissão de outras potências na América do Sul para resolver a crise venezuelana, em resposta a recentes ameaças feitas pelos Estados Unidos.

Jorge Arreaza, el canciller de Venezuela - Sputnik Brasil
Venezuela se diz 'ameaçada' por Trump e não descarta resposta militar contra os EUA
As declarações de Jungmann, na XIV Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana, foram um firme sinal do posicionamento brasileiro diante da abordagem do presidente norte-americano, Donald Trump, que, no mês passado, afirmou não descartar a opção de uma intervenção militar na Venezuela. 

Segundo o ministro, o Brasil, que defende uma saída diplomática para a crise venezuelana, acredita, ao mesmo tempo, na necessidade de criação de uma autoridade sul-americana de defesa nos moldes da OTAN, de forma a permitir que os países da região resolvam seus problemas sem a intervenção de forças externas. 

© Sputnik / Igor PatrickRaul Jungmann em coletiva de imprensa durante evento no Rio de Janeiro
Raul Jungmann em coletiva de imprensa durante evento no Rio de Janeiro - Sputnik Brasil
Raul Jungmann em coletiva de imprensa durante evento no Rio de Janeiro
 Sobre a Organização do Tratado do Atlântico Norte, aliás, Jungmann criticou a forma como esta vem atuando pelo mundo, realizando ações em territórios de fora do seu eixo original de interesse e sem o devido respaldo da ONU

"De uma aliança defensiva, a organização euro-atlântica tende a tornar-se uma entidade global e de atuação em prevenção e manejo de crises em espaços que vão além da jurisdição da Europa e da América do Norte. Em uma interpretação territorialmente extensiva das ameaças, algumas vezes sem mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas", destacou. 

Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала