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Por que Israel seria o primeiro país a reconhecer independência do Curdistão?

© AFP 2021 / SAFIN HAMEDMoças curdas seguram a bandeira da Curdistão iraquiano na cidade de Arbil
Moças curdas seguram a bandeira da Curdistão iraquiano na cidade de Arbil - Sputnik Brasil
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O ex-cônsul da Turquia em Arbil – capital do Governo Regional do Curdistão, Aydin Selcen, em entrevista à Sputnik Turquia comentou realização do referendo de 25 de setembro para independência do território.

Bandeira do Curdistão em Arbil - Sputnik Brasil
Turquia descarta reconhecimento de Curdistão independente
O ex-cônsul da Turquia em Arbil – capital do Governo Regional do Curdistão, Aydin Selcen, em entrevista à Sputnik Turquia comentou realização do referendo de 25 de setembro para independência do território.

Segundo ele, "se no resultado do referendo os curdos iraquianos declararem a independência, Israel será o primeiro a reconhecê-la por interesse na compra de petróleo do Governo Regional do Curdistão".

Selcen apontou que, mesmo faltando pouquíssimo tempo para realização do referendo, não há uma unanimidade entre os partidos políticos do Curdistão, sendo este um fato negativo. 

Iraqi Kurdish leader Massud Barzani speaks at a press conference during the visit of the British Foriegn Minister to Arbil, the capital of the Kurdish autonomous region in northern Iraq, on March 17, 2016 - Sputnik Brasil
Líder do Curdistão conversa sobre independência com embaixador dos EUA
"Na região há duas forças políticas influentes – o Partido Democrático do Curdistão, com sede em Arbil, e a Aliança Patriótica do Curdistão, com sede em Suleimânia. Antes da decisão de realizar referendo, os dois partidos tentaram várias vezes dialogar, renovar a atividade do parlamento curdo e discutir assuntos administrativos. Mas não deu certo. No fim das contas, com referendo para acontecer, os principais partidos políticos não compartilham opinião unânime sobre as questões mais importantes", explicou.

"Enquanto isso, do ponto de vista dos curdos iraquianos, há fatores tanto positivos quanto negativos. Por exemplo, as autoridades do Governo Regional do Curdistão, sob pretexto da interferência dos EUA e da luta contra o Daesh [organização proibida na Rússia e em vários outros países], contribuíram para a expansão significativa das fronteiras de seus territórios; as terras ocupadas pelos curdos iraquianos são equivalentes a cinco territórios do Líbano moderno. Eles possuem jazidas de recursos minerais, territórios adequados para agricultura e a população corresponde a cerca de 6 milhões de pessoas. Tem certo apoio internacional, na verdade, que não é relacionado à questão de reconhecimento da independência. Como é sabido, proclamar independência não significa se tornar um Estado independente", ressaltou Selcen.

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