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Editora-chefe da Sputnik: 'Liberdade de expressão foi morta pelos que a criaram'

© Sputnik / Iliia Pytalev / Abrir o banco de imagensEditora-chefe da agência de notícias Sputnik, Margarita Simonyan
Editora-chefe da agência de notícias Sputnik, Margarita Simonyan - Sputnik Brasil
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A editora-chefe da Sputnik, Margarita Simonyan, comentou a informação sobre o interrogatório de um ex-funcionário da Sputnik pelo FBI, sublinhando que, caso haja uma investigação contra a agência, a Rússia pode fazer o mesmo em resposta.

Agência de notícias Sputnik - Sputnik Brasil
FBI interroga ex-funcionário da Sputnik e examina e-mails da agência
Mais cedo, o portal Yahoo News, citando fontes anônimas, informou que o Departamento Federal de Investigação dos EUA tinha interrogado o ex-funcionário da Sputnik, Andrew Feinberg, no âmbito de uma investigação das informações sobre a agência agir alegadamente como órgão de propaganda russa, violando a lei norte-americana sobre agentes estrangeiros.

Além disso, o portal afirma que o FBI obteve acesso aos e-mails de trabalho da Sputnik de Feinberg e de outro ex-funcionário da delegação da agência em Washington, Joseph John Fionda.

"Não há nenhuma dúvida que a Rússia vai responder à investigação do FBI do mesmo jeito e começará verificando o trabalho dos jornalistas norte-americanos em Moscou. Isso tudo é mais do que feio. A liberdade de expressão está dando voltas no caixão. Ela foi morta pelos que a criaram", disse Margarita Simonyan à Sputnik.

O mesmo FBI ainda não respondeu à solicitação oficial quanto à realização ou não de uma investigação contra a agência.

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