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Putin a Merkel: Rússia está preparada para expandir as funções da missão da ONU em Donbass

© Sputnik / Sergei GuneevA chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Rússia Vladimir Putin
A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Rússia Vladimir Putin - Sputnik Brasil
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O presidente russo Vladimir Putin discutiu a implantação das forças da ONU no sudeste de Ucrânia com a chanceler alemã Angela Merkel na segunda-feira, dizendo que a Rússia está pronta para expandir as funções da missão no local.

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Durante as conversas, Putin notificou a Merkel a prontidão de Moscou em expandir as funções da proposta da Missão da ONU na região Donbass da Ucrânia elaborada pelos russos ao Conselho de Segurança da ONU, disse o serviço de imprensa do Kremlin nesta segunda-feira.

"Vladimir Putin detalhou a iniciativa russa de estabelecer uma missão da ONU para promover a proteção da Missão Especial de Monitoramento da OSCE. Tendo em conta as opiniões expressas por Angela Merkel, o líder russo observou a prontidão a complementar as funções da missão da ONU propostas no russo projeto de resolução do Conselho de Segurança", disse o serviço de imprensa.

A proteção dos observadores da OSCE pela missão da ONU pode ser realizada não só ao longo da linha de contato após a expansão das forças e ativos de ambos os lados, mas também em outros locais onde a missão da OSCE realiza suas viagens de inspeção de acordo com os acordos de Minsk.

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Os dois líderes também discutiram a implementação dos acordos de Minsk sobre a resolução de conflitos no sudeste da Ucrânia. Putin e Merkel sublinharam não aceitarem quaisquer violações do regime de cessar-fogo que prejudiquem a chamada "trégua escolar" acordada pelo Grupo de Contato e apoiada pelos líderes do "Quarteto da Normandia".

As autoridades da Ucrânia estão conduzindo uma operação militar nas regiões orientais do país desde abril de 2014, depois que residentes locais se recusaram a reconhecer o novo governo em Kiev. Em fevereiro de 2015, Kiev e as milícias Donbass assinaram um acordo de cessar-fogo. Mesmo assim, ambos os lados têm denunciado violações.

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