Que tem a ver tanque da 1ª Guerra Mundial com explorador da NASA para Vênus? (FOTO, VÍDEO)

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A NASA tenciona construir o Explorador Automático para Ambientes Extremos (AREE, sigla em inglês) a partir do modelo de um antigo tanque britânico da Primeira Guerra Mundial.

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Para que o veículo consiga se mover pela superfície escaldante de Vênus, cuja temperatura atinge 462 graus Celsius, os cientistas da NASA planejam utilizar um explorador com mecanismo de relojoaria.

Trata-se do Explorador Automático para Ambientes Extremos. Esse veículo terá mais coisas em comum com o tanque britânico Mark V da Primeira Guerra Mundial do que com um computador.

​Planeja-se usar mecanismos de relojoaria e elementos que foram utilizados no design do antigo tanque britânico.

Assim, os cientistas da NASA creem que esse passo para o passado seja uma boa alternativa para outro projeto que implicaria o desenvolvimento de um sistema de refrigeração com gás líquido. Seu custo atingirá US$ 3 milhões (R$ 9,485 milhões).

Segundo o engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA — encargado de construir o AREE, essa tecnologia ajudará a salvar as futuras missões para Vênus.

"Vênus é um planeta muito inóspito para os sistemas de controle que estão sendo utilizados nas missões em Marte. No entanto, um explorador completamente mecânico pode ser capaz de sobreviver durante um ano neste planeta", frisou.

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Até hoje, somente nove naves espaciais conseguiram aterrissar na superfície do planeta coberto com lava de vulcões ardentes. As outras naves, que foram enviadas ao planeta escaldante, se perderam depois de serem lançadas ou sua eletrônica saiu do controle durante a viagem.

Uma das missões mais sucessíveis para Vênus foi realizada pela URSS em 1981. Durante essa missão, a sonda espacial Venera 13 conseguiu capturar as primeiras imagens em cor da superfície do planeta gasoso. Não obstante, 127 minutos depois da sua aterrisagem a conexão com a sonda foi perdida.

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