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Sonda Curiosity encontra nova evidência sobre possível vida em Marte

© Foto / ESA/DLR/FU BerlinA sonda Mars Express, da Agência Espacial Europeia (AEE), capturou imagens impressionantes de rastros da catástrofe que afetou Marte 3.500 milhões de anos atrás. A forte inundação criou um canal de 3.000 quilômetros de longitude e de 25 quilômetros de largura
A sonda Mars Express, da Agência Espacial Europeia (AEE), capturou imagens impressionantes de rastros da catástrofe que afetou Marte 3.500 milhões de anos atrás. A forte inundação criou um canal de 3.000 quilômetros de longitude e de 25 quilômetros de largura - Sputnik Brasil
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Novos dados recolhidos pela NASA, por meio da sonda espacial Curiosity Mars, reforçam evidência a respeito da possibilidade da existência de vida em Marte.

Em um estudo publicado na revista Journal of Geophysical Research: Planets, pesquisadores da agência espacial estadunidense fazem referências a indicadores de atividade hidrotérmica em rochas sedimentares em uma cratera do Planeta Vermelho, o que por sua vez amplia o espectro de condições para a habitabilidade.

De acordo com os cientistas, as concentrações de zinco e germânio encontrada na cratera Gale são de 10 a 100 vezes maiores que aquelas existentes na parte externa do planeta. Os dois elementos químicos aparecem frequentemente juntos na Terra, em depósitos hidrotérmicos que contêm enxofre.

Planeta Marte - Sputnik Brasil
NASA capta novas imagens das nuvens de Marte em detalhes (FOTO)

Principal autor do novo estudo, o geólogo Jeff Berger, da Universidade de Guelph (Canadá), sustenta que as elevadas concentrações de zinco e germânio na cratera Gale podem, eventualmente, explicar-se por efeitos de atividade hidrotérmica na região.

"Há calor e há produtos químicos… e basicamente comida para a vida", disse Berger, referindo-se a micróbios que, na Terra, costumam ser encontrados em condições semelhantes às encontradas pela sonda Curiosity Mars. A próxima série de dados coletados pelo equipamento visa determinar isso com maior precisão.

Os ambientes térmicos extremos são na Terra o habitat de uma ampla gama de micróbios, estes adaptados a viver em tais condições. Além disso, esses organismos poder ter sido alguns dos primeiros a evoluir no nosso planeta.

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