NI: Problema das armas nucleares dos EUA é que são velhas

© AP Photo / Foto de arquivo, Força Aérea dos EUA Lançamento de míssil balístico Minuteman III
Lançamento de míssil balístico Minuteman III - Sputnik Brasil
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A Força Aérea dos EUA deu um importante passo nesta semana escolhendo a Boeing e a Northrop Grumman para iniciar o desenvolvimento do novo míssil balístico intercontinental que vai substituir os Minuteman, uma arma já com quase 50 anos.

Segundo comunica o The National Interest, as duas empresas vão elaborar os conceitos de construção de mais de 600 mísseis durante os próximos 3 anos. O programa de modernização GBSD tem sido debatido no Congresso, que ainda terá que decidir se esta é a forma economicamente mais rentável de substituição dos Minuteman.

"A Rússia está reforçando o seu arsenal nuclear. A Coreia do Norte representa uma ameaça na qual não tínhamos pensado há 15 ou 20 anos. Provavelmente não há tempo para mudar radicalmente a abordagem da tríade nuclear que nos serviu bem durante 70 anos", acrescentou a antiga secretária da Força Aérea, Deborah James, citada pelo The National Interest. 

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Deborah James espera que os contratantes do GBSD melhorem as suas estimativas de custos e introduzam novas tecnologias que permitam tornar o sistema mais barato. 

"A última vez que desenvolvemos a tecnologia ICBM foi há mais de 40 anos. Muita coisa mudou e estamos utilizando dados muito antigos", precisou ela. 

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general David Goldfein, sublinhou que a questão de modernização não é assunto de debate, os EUA têm que modernizar os mísseis que contam com 45 anos.  

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