Novo conflito à vista? Camboja faz ultimato ao Laos

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O primeiro-ministro do Camboja, Hun Sen, lançou um ultimato ao Laos, exigindo que este retire no prazo de seis dias, até 17 de agosto, os trinta militares que permanecem no território cambojano desde abril passado.

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Segundo a agência cambojana AKP, o chefe do governo formulou essa exigência durante a cerimónia de nomeação do presidente da Academia Real do Camboja, em Phnom Penh.

"O Camboja não quer a guerra, mas tem de proteger o seu território", disse Hun Sem.

O primeiro-ministro declarou-se disposto para "pegar um avião, se for necessário, para falar com a parte laosiana sobre a retirada das tropas".

Um grupo de militares do Laos atravessou o rio Sekong em abril do ano passado e entrou no território cambojano para impedir a construção de uma estrada na província de Stung Treng, no nordeste do Camboja, ao longo da linha de fronteira com a província laosiana de Attapeu.

Em 2 de agosto, o primeiro-ministro Hun Sen enviou uma carta ao seu homólogo do Laos, Thongloun Sisoulith, pedindo para retirar suas tropas, mas até agora ele não recebeu qualquer resposta.

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