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Marinha dos EUA pode estar enviando seus mais poderosos porta-aviões à península coreana

© REUTERS / Matt BrownPorta-aviões USS Carl Vinson no mar do Sul da China, 8 de abril de 2017
Porta-aviões USS Carl Vinson no mar do Sul da China, 8 de abril de 2017 - Sputnik Brasil
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Oficiais militares sul-coreanos disseram que o USS Ronald Reagan e o USS Carl Vinson estavam sendo considerados para implantação na região. O Pentágono não respondeu a um pedido da Sputnik confirmando ou negando a veracidade dos comentários das autoridades de defesa da Coreia do Sul.

Os porta-aviões são usualmente utilizados em simulações de guerra frequentemente realizadas próximas da Coreia do Norte e da China. No entanto, os funcionários do Pentágono analisam se devem ou não acelerar os embarques maciços como parte de uma implantação futura.

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O secretário de Defesa, James Mattis, disse que o USS Vinson estava a caminho da península coreana em abril. Funcionários da Marinha dos EUA rapidamente rejeitaram a fala e ficaram impressionados que o chefe do Pentágono tenha dado tal declaração. Alguns dias após os comentários de Mattis, o porta-aviões foi fotografado transitando o Estreito de Sunda, uma via navegável que liga o Oceano Índico e o Mar de Java, na Indonésia. 

A Agência de Notícias Yonhap informou anteriormente que o USS Nimitz e o USS Ronald Reagan deveriam se juntar ao USS Carl Vinson, mas as afirmações se provaram incorretas. O Reagan estava recebendo reparos no Japão e o Nimitz estava flutuando em torno da Califórnia do Sul, informou a Sputnik à época.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, na mesma linha do seu principal membro do gabinete de segurança nacional, contou a jornalistas em abril que um grupo de ataque estava a caminho do Mar do Japão (também conhecido como Mar do Leste). A informação era mentirosa.

"Eu acho que há toda possibilidade de que fosse uma intenção errônea, uma exibição intencional destinada à percepção da Coreia do Norte, possivelmente também da China, mas acho que é mais importante para o público doméstico dos EUA", comentou o analista Mark Sleboda à Rádio Sputnik.

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