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Michel Temer faz 'ofensiva de guerra' para evitar processo no STF

© Alan Santos/PRMichel Temer no lançamento do Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior, em Brasília
Michel Temer no lançamento do Novo Processo de Exportações do Portal Único de Comércio Exterior, em Brasília - Sputnik Brasil
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O Palácio do Planalto se prepara com "estratégia de guerra" para a sessão da Câmara dos Deputados que poderá autorizar ou não o Supremo Tribunal Federal a instaurar ação penal contra o Presidente Michel Temer por crime de corrupção passiva. Deputados falaram com exclusividade à Sputnik Brasil sobre as chances de Temer sair vitorioso.

O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, denunciou Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal em 26 de junho por corrupção passiva com base nas articulações que o empresário Joesley Batista disse ter feito com um dos principais assessores de Temer, Rodrigo Rocha Loures. A denúncia é de que Loures teria recebido uma mala com 500 mil reais cujo destinatário final seria o próprio Presidente da República.

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Na opinião do deputado Pepe Vargas (PT-RS) há toda uma articulação para que Michel Temer seja mantido na Presidência da República, a salvo de responder a Processo Penal perante o Supremo Tribunal Federal.

“A começar pelo relatório do deputado Paulo Abi-Ackel. Esse relatório é fruto de manobras espúrias. Para se conseguir aprovar esse relatório, o governo orientou os líderes de suas bases partidárias para substituir, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, deputadas e deputados que eram favoráveis ao recebimento da denúncia pelo STF e à continuidade das investigações contra Michel Temer", disse o deputado à Sputink Brasil. 

Segundo ele, "o próprio relatório é fruto de manobras espúrias o que, por si só, é questionável do ponto de vista jurídico". 

"Por que é relevante considerar esses fatos? Porque nós do PT entendemos que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara é um juízo natural para apreciar essas questões e, como tal, as opiniões dos seus membros devem ser preservadas e não substituídas por outras que estejam de acordo com as conveniências do governo", acrescenta. 

Pepe Vargas observou também que toda bancada do Partido dos Trabalhadores deve comparecer ao início da sessão, marcada para as 9 horas da manhã, mas sem registrar presença de modo a não proporcionar o quorum mínimo de 342 parlamentares para abertura da sessão.

Já o deputado Celso Maldaner (PMDB-SC) disse em entrevista à Sputnik Brasil que está convencido de que o Presidente Michel Temer sairá vitorioso da sessão desta quarta-feira na Câmara dos Deputados.

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“O nosso partido está unido e votará em bloco a favor do Presidente e, portanto, contra a denúncia. A única dúvida que temos é se haverá o mínimo de 342 deputados, com presenças registradas, no início da sessão já que a oposição pretende boicotar os trabalhos", declarou. 

"Por ser o partido do presidente, eu acredito que 100% dos seus deputados irão votar conforme ficou decidido, ou seja, a favor de Michel Temer. Pode ser que o índice não seja de exatos 100% porque há sempre o risco de algum membro do partido votar de forma diferente mas, no geral, eu lhe asseguro que o partido caminha unido para esta sessão", acrescentou o deputado. 

Para a sessão de quarta-feira, Temer vem fazendo intensa movimentação, liberando verbas e recebendo parlamentares nos Palácios do Planalto e Jaburu, sua residência oficial. Entre os ministros que são deputados, todos à exceção de Raul Jungmann, da Defesa, serão exonerados para retomar seus mandatos e votar a favor de Temer na quarta-feira.

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