Batalha por Raqqa: coalizão realiza 14 ataques aéros contra Daesh

© AP Photo / Pavlos VrionidesDois aviões de guerra britânicos - Tornados - sobrevoam base aérea britânica de Akrotiri, localizada perto da cidade costal de Limassol, Chipre, ao voltar de um ataque aéreo contra alvos do Daesh na Síria
Dois aviões de guerra britânicos - Tornados - sobrevoam base aérea britânica de Akrotiri, localizada perto da cidade costal de Limassol, Chipre, ao voltar de um ataque aéreo contra alvos do Daesh na Síria - Sputnik Brasil
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A coalizão internacional, liderada pelos EUA realizou 23 ataques aéreos contra as posições do Daesh na Síria e no Iraque neste domingo. Foram 14 ataques aéreos somente nos arredores da cidade de Raqqa, informaram os militares norte-americanos nesta segunda-feira.

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"Nos arredores de Raqqa, foram realizados 14 ataques contra 12 unidades táticas do Daesh. Foram destruídas nove posições de combate, três depósitos de suprimentos, dois edifícios do Daesh, um veículo, um túnel, um ponto de comando e controle, bem como uma posição de combate", informou um comunicado da coalizão, divulgado nesta segunda-feira.

A coalizão realizou mais dois ataques na Síria, destruindo um veículo nos arredores de Al Shadaddi e um prédio nos arredores de Deir ez-Zor.

No Iraque, a coalizão realizou sete ataques contra 10 posições do grupo terrorista nos arredores de sete cidades, incluindo Al Huwayjah, Rawah e Tal Afar.

Os bombardeios destruíram ativos petrolíferos, unidades táticas, veículos, uma equipe de morteiros e outros alvos, de acordo com o comunicado.

A coalizão, que conta com a participação de 70 países e liderada pelos EUA, está realizando ataques aéreos contra o Daesh na Síria e no Iraque. Os ataques no Iraque são realizados em apoio ao governo de Bagdá. As atividades da coalizão na Síria, no entanto, não foram autorizados pelo Conselho de Segurança da ONU, nem pelo governo do presidente Bashar Assad.

Raqqa permaneceu sob o controle do Daesh desde 2013. A operação para libertar a cidade foi iniciada pelas Forças Democráticas da Síria, formadas por tropas curdas e árabes, com apoio da coalizão internacional liderada pelos EUA, no início de junho deste ano.

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