Tillerson diz que sanções dos EUA são para 'melhorar' as relações com a Rússia

© AP Photo / Alexander ZemlianichenkoO secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson e o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, agitam as mãos antes de suas conversações em Moscou, Rússia, quarta-feira, 12 de abril de 2017. As conversas de Tillerson em Moscou dependem da nova alavancagem dos EUA sobre a Síria.
O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson e o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, agitam as mãos antes de suas conversações em Moscou, Rússia, quarta-feira, 12 de abril de 2017. As conversas de Tillerson em Moscou dependem da nova alavancagem dos EUA sobre a Síria. - Sputnik Brasil
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O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, declarou nesta sábado (29) que EUA esperam que a cooperação com a Rússia sobre os principais temas continue e que as sanções contra o país não sejam mais necessárias.

"A votação quase unânime sobre o projeto de lei das sanções no Congresso demonstram o desejo dos americanos de ver que a Rússia está tomando medidas para melhorar as relações com os EUA. Nós esperamos que a cooperação com a Rússia sobre os principais problemas mundiais continuem e as sanções em vigor não sejam mais necessárias", disse Tillerson em comunicado. 

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O secretário de Estado também observou que os EUA vão "trabalhar estreitamente" com seus "amigos e parceiros" para garantir que o seu "sinal para a Rússia, Irã e Coreia do Norte seja claramente entendido".

Na última quinta-feira, o Senado dos EUA aprovou um projeto de lei sobre as sanções contra a Rússia, Irã e Coreia do Norte. No início desta semana, a Câmara dos Representantes aprovou o documento por uma esmagadora maioria (419 votos a 3). Na sexta-feira, a Casa Branca informou que Trump vai ratificar o projeto de lei.

O projeto de lei exige medidas restritivas adicionais contra o setor econômico da Rússia, além de praticamente privar o presidente dos EUA da possibilidade de cancelar sanções novas ou já existentes sem a devida aprovação pelo Congresso, limitando significativamente a liberdade das ações do presidente dos EUA na política externa.

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