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'Faremos o que for necessário para manter a segurança', diz embaixador de Israel na ONU

© Foto / REUTERS/Mohamad TorokmanConfronto entre manifestantes palestinos e soldados israelenses na Cisjordânia.
Confronto entre manifestantes palestinos e soldados israelenses na Cisjordânia. - Sputnik Brasil
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Israel está buscando acalmar a situação em Jerusalém após uma série de confrontos e mortes - mas irá fazer o que for necessário para manter a segurança no Monte do Templo. Esta é a avaliação do embaixador do país judeu na Organização das Nações Unidas (ONU), Danny Danon.

"Vamos permitir que todos venham e orem no Monte do Templo, mas, ao mesmo tempo, faremos o que for necessário para manter a segurança", disse Danon nesta segunda-feira (24).

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A tensão na região aumentou depois que um ataque terrorista no Monte do Templo, conhecido como mesquita Al-Aqsa para os muçulmanos, deixou dois policiais israelenses mortos no dia 14 de julho.

Tel Aviv decidiu, então, instalar câmeras de segurança e detectores de metais no local, medida que foi contestada por meio de protestos da comunidade palestina.

Perguntado se Israel estava preparado para remover os detectores de metais, Danon disse: "Nosso objetivo é acalmar a situação".

Uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança ocorre nesta segunda após um pedido de França, Egito e Suécia — um dos poucos países europeus a reconhecer o estado palestino.

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"É importante que o Conselho de Segurança tenha um importante papel nos pedidos de calma", disse o embaixador britânico na ONU Matthew Rycroft.

Já a Turquia foi mais incisiva e classificou a medida como inaceitável e uma violação dos direitos humanos.

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