Nova fantasia dos EUA: Rússia se prepara para Armagedom com bunkers por baixo de Moscou

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Desde a época da Guerra Fria, o Kremlin tem mantido uma rede de bunkers, o que significa, segundo a inteligência dos EUA, que o presidente russo Vladimir Putin se está preparando para um Armagedom. Conheça mais sobre esta nova história inventada para denegrir a Rússia.

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Recentemente, a Agência de Inteligência de Defesa dos EUA preparou um relatório sobre os bunkers de Moscou, que supostamente não era realizado desde 1991. Segundo o relatório da organização, as instalações mencionadas podem ser utilizadas como postos de comando no caso de um ataque nuclear contra a Rússia.

Alegadamente, se trata de enormes bunkers nucleares que se encontram a uma profundidade de 300 metros por baixo da capital russa e que podem albergar 10.000 pessoas. A existência destas instalações significa que o Kremlin está se preparando para um Armagedom, de acordo com o documento.

"Moscou se preocupa, porque os EUA estão tentando ditar um conjunto de normas aceitáveis para a comunidade internacional, ameaçando o poder do Kremlin e autorizando a intervenção estrangeira nos assuntos internos da Rússia", escreve o jornalista Michael Evans em seu artigo, publicado pelo Times, citando o relatório da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA.

O autor do artigo afirma que a nova publicação do relatório simboliza um tipo de "paranoia" que existia na época da Guerra Fria e se deve ao regresso da Rússia à arena mundial.

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A Agência de Inteligência de Defesa dos EUA sublinha que a Rússia tem preservado uma rede de bunkers subterrâneos que estão conectados entre si por uma ferrovia. Supõe-se que um deles está localizado no Kremlin e o outro perto da Universidade Estatal de Moscou, enquanto outros dois bunkers estão situados a uns 60 quilômetros ao sul de Moscou.

Supostamente, estas instalações terão que abrigar o Estado-Maior da Rússia caso comece uma guerra, e que a partir dali os líderes do país poderiam se deslocar a outros bunkers que se encontram fora das fronteiras da capital russa e ao terminal VIP do aeroporto Vnukovo.

"Os sistemas extremamente eficientes para sobreviver após um ataque nuclear permitirão realizar operações independentes durante muitos meses", diz o relatório.

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Esta não é a primeira vez que num país ocidental se publicam relatórios semelhantes sobre instalações imaginárias, armas de defesa da Rússia e supostas ameaças.

Por exemplo, em abril de 2017, o Times publicou um artigo sobre um suposto arsenal terrível de armas modernas que pode representar "uma grande ameaça".

O jornal britânico Daily Express, por sua parte, anunciou uma "nova arma secreta" que alegadamente foi desenvolvida pela Rússia: um polvo gigante, capaz de hipnotizar e paralisar seres humanos a uma distância de 45 metros.

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