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Fornecimento de armas americanas à Ucrânia poderá 'obrigar Rússia a atuar'

© Sputnik / Stringer / Abrir o banco de imagensInstrutores americanos na Ucrânia durante exercícios conjuntos Fearless Guardian-2015
Instrutores americanos na Ucrânia durante exercícios conjuntos Fearless Guardian-2015 - Sputnik Brasil
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Caso Washington comece na verdade a fornecer armas a Kiev, Moscou deve "intensificar a sua política" em relação à Ucrânia, afirmou à Sputnik o vice-presidente do Comitê da Duma de Estado para a região da CEI e integração euroasiática.

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Rússia se opõe fortemente ao fornecimento de armas para a Ucrânia
No domingo (25 de junho), o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, afirmou que, embora não se trate de fornecimento de armas "letais", os EUA poderiam tomar uma decisão sobre o envio das armas "defensivas" a Kiev já neste ano fiscal.

A Rússia abordará este assunto com os EUA e os garantes dos acordos de de Minsk (França e Alemanha), embora tal "dificilmente tenha algum efeito", confessou Konstantin Zatulin, deputado da câmara baixa do parlamento russo e vice-chefe do Comitê para as Relações com Países da Comunidade de Estados Independentes (CEI).

"Claro que vamos a chamar a atenção [a este fato], mas a meu ver, temos que nos preparar para que, apesar de qualquer diálogo, o assunto vá evoluir como já sucedia antes. Assim, é óbvio que teremos de intensificar a nossa política em relação à Ucrânia", destacou o parlamentar.

Moscou terá que atuar conforme seus interesses nacionais, algo que "pode apresentar desafios sérios", notou.

"[Os fornecimentos de armas] violam o espírito dos acordos de Minsk, que visam a retirada dos armamentos e não o envio", explicou.

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Quanto aos motivos da administração Trump para tomar decisão tão controversa, Zatulin afirmou que este é um sintoma de "preguiça em tentar entender o assunto".

"Os funcionários de nível médio nos EUA se norteiam pelo princípio de 'quanto pior para a Rússia, melhor'. E os dirigentes mais altos hoje em dia querem se livrar das acusações de 'serem agentes do Kremlin', permitindo a seus funcionários e seus sócios ucranianos 'disparates' deste tipo", concluiu.

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