Trump: China tentou, mas falhou em ajudar com a Coreia do Norte

© REUTERS / Carlos BarriaPresidente dos EUA Donald Trump saúda seu homólogo chinês Xi Jinping em Mar-a-Lago, no estado da Flórida, em 6 de abril 2017
Presidente dos EUA Donald Trump saúda seu homólogo chinês Xi Jinping em Mar-a-Lago, no estado da Flórida, em 6 de abril 2017 - Sputnik Brasil
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O presidente norte-americano Donald Trump disse nesta terça-feira que os esforços chineses em persuadir a Coreia do Norte a parar o seu programa nuclear falharam, em declaração que surge logo após a morte de um estudante do país que estava detido em Pyongyang.

Uma das apostas de Trump em lidar com o regime de Kim Jong-un era que Pequim conseguisse exercer a sua influência sobre o país asiático. Para isso, o republicano chegou a converser com o presidente chinês Xi Jinping no início do ano.

“Embora aprecie muito os esforços do presidente Xi e da China para ajudar com a Coreia do Norte, não funcionou. Pelo menos eu sei que a China tentou!”, escreveu Trump em seu Twitter.

Não está claro se a mensagem significa uma mudança significativa na abordagem da Casa Branca em relação aos norte-coreanos e o seu programa nuclear, ou se pode significar alguma alteração na relação com a China.

De acordo com especialistas, a mensagem de Trump pode expressar a frustração de Washington com a falta de avanços em relação ao regime norte-coreano, o que pode levar a uma nova abordagem para a questão em um futuro próximo.

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Enquanto isso, há um forte temor que um sexto teste nuclear possa ser conduzido por Pyongyang a qualquer momento. O mais recente do gênero aconteceu em setembro do ano passado. Já neste ano, o país asiático já realizou uma dezena de testes balísticos, outro aspect que preocupa a Casa Branca.

Coreia do Sul chama drone de 'provocação'

Militares sul-coreanos confirmaram que um drone encontrado na zona fronteiriça entre os dois países neste mês era mesmo da Coreia do Norte, e que trata-se de uma “grave provocação” que viola o armistício da Guerra da Coreia, estabelecido em 1953 entre os dois países da península.

No equipamento foi encontrada uma câmera e várias imagens aéreas feitas do sistema norte-americano de defesa antiaérea THAAD.

“A intrusão de nosso espaço aéreo pelo drone norte-coreano e a fotografia de uma base militar é uma violação do armistício e de um acordo de não agressão, e é também um ato de grave provocação”, afirmou Jeon Dong-jin, funcionário do Estado-Maior sul-coreano.

“Condenamos vivamente as contínuas tentativas do Norte de penetrar no Sul com drones e, mais uma vez, exigir que todos os atos de provocação sejam interrompidos. Se a Coreia do Norte continuar a se envolver em atos de provocação contra o Sul, nossas forças armadas retaliarão com força e avisamos que toda a responsabilidade pelos eventos que acontecem é com o Norte”, concluiu.

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