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Theresa May descarta renúncia e diz que vai formar novo governo

© AFP 2021 / Ben STANSALLPrimeira-ministra britânica, Theresa May, após reunião com a Rainha Elizabeth II, em anúncio de que recebeu autorização para formação de novo governo, 9 de junho de 2017
Primeira-ministra britânica, Theresa May, após reunião com a Rainha Elizabeth II, em anúncio de que recebeu autorização para formação de novo governo, 9 de junho de 2017 - Sputnik Brasil
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A primeira-ministra do britânica, Theresa May, declarou nesta sexta-feira (9) que recebeu a permissão da Rainha Elizabeth II para formar um novo governo e guiar o país nas negociações do Brexit.

A combination of pictures created in London on April 18, 2017 shows British Prime Minister and Conservative Party leader Theresa May (L) speaking at a press conference during a European Summit at the EU headquarters in Brussels on March 9, 2017 and Britain's main opposition Labour Party leader Jeremy Corbyn (R) speaking on the fourth day of the annual Labour Party conference in Liverpool, north west England on September 28, 2016. - Sputnik Brasil
Prévia: Theresa May vence eleições no Reino Unido, mas perde maioria no Parlamento
"Eu acabei de me reunir com sua Majestade, a Rainha, e irei formar um governo, um governo que possar dar estabilidade e liderar a Grã-Bretanha neste momento crítico para o nosso país", disse May.

O Partido Conservador ganhou 318 dos 326 assentos necessários para formar uma maioria no parlamento nas eleições realizadas na última quinta-feira (8). O Partido Trabalhista conquistou 261 assentos, enquanto Partido Nacional Escocês obteve 35 lugares, os Liberais-Democratas – 12, o Partido de Independência do Reino Unido – 10, outros – 11.

"Este governo irá guiar o país através das negociações cruciais do Brexit que começam em apenas 10 dias, e cumprir a vontade do povo britânico tirando o Reino Unido da União Europeia", disse May.

Após o anúncio dos resultados preliminares das eleições, o líder do Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn, exigiu a renúncia da primeira-ministra. Segundo ele, Theresa May "perdeu cadeiras conservadoras, perdeu votos, perdeu apoio e perdeu confiança". "Eu digo que isto é o suficiente para partir", declarou ele. 

A primeira-ministra, no entanto, descartou a possibilidade de renunciar, afirmando que os dois partidos "têm cultivado uma forte relação durante muitos anos", dando confiança de que será possível "trabalhar juntos nos interesses de todo o Reino Unido".

 

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