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China pede aos EUA 100 dias para influenciar Coreia do Norte

© Sputnik / Ilia Pitalev / Abrir o banco de imagensParticipantes dos festejos comemorando os 105 anos de nascimento de Kim Jong-il são vistos com bandeiras na praça principal em Pyongyang
Participantes dos festejos comemorando os 105 anos de nascimento de Kim Jong-il são vistos com bandeiras na praça principal em Pyongyang - Sputnik Brasil
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Pequim pediu a Washington um prazo de 100 dias para influenciar economicamente a Coreia do Norte.

Segundo escreve o jornal japonês Asahi, este foi um dos assuntos discutidos durante o encontro entre Trump e Xi Jinping em abril.

As autoridades americanas exigiram medidas mais duras em relação à Coreia do Norte. Noventa por cento das exportações norte-coreanas vão para a China. Se a China não cumprir a exigência, os EUA ameaçaram que as sanções aplicadas contra Pyongyang passarão a incluir empresas e instituições chinesas que colaboram com a Coreia do Norte, destaca o jornal japonês. Caso isto aconteça, as empresas chinesas não poderão interagir com parceiros americanos.

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Kim Jong-un aprova produção em massa de mísseis balísticos Pukguksong-2
Em resposta, a China pediu um adiamento de 100 dias, igual a outro que Pequim já tinha pedido a Washington mais cedo, para fazer mudanças no comércio externo, destaca Asahi. O plano comercial de 100 dias, destinado a aumentar as exportações dos EUA à China, prevê reduzir o desequilíbrio do comércio externo entre os dois países, bem como reduzir o défice comercial norte-americano.

No entanto, a edição japonesa tem dúvidas de que a China possa influenciar a Coreia do Norte, que apenas em uma semana realizou dois lançamentos de mísseis. O último lançamento ocorreu este domingo e, de acordo com Pyongyang, foi bem-sucedido.

Destaca-se que ambos os planos de 100 dias serão discutidos no decurso da cúpula do G7, marcada para julho.

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