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Tillerson: Irã não foi convidado para a cúpula islâmica em Riad por motivos políticos

© REUTERS / Jonathan ErnstU.S. President Donald Trump dances with a sword as he arrives to a welcome ceremony at Al Murabba Palace in Riyadh, Saudi Arabia May 20, 2017
U.S. President Donald Trump dances with a sword as he arrives to a welcome ceremony at Al Murabba Palace in Riyadh, Saudi Arabia May 20, 2017 - Sputnik Brasil
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O Irã não foi convidado a participar da Cúpula com líderes e representantes de 50 países árabes e islâmicos e dos EUA em Riad em função das suas atividades desestabilizadoras no Oriente Médio, disse o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, durante uma conferência de imprensa.

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"O Irã continua suas atividades hegemônicas nesta região: no Iêmen, no Iraque, na Síria e no Líbano, onde apoia o Hezbollah. Até que o Irã demonstre sua disposição de ser um bom vizinho, acho que essas palavras foram usadas por muitos — demonstre a sua disposição de cessar as atividades desestabilizadoras, o financiamento de combatentes estrangeiros e de milícias para desestabilizar outros países — o Irã não terá um lugar na mesa que foi formada hoje", explicou o comunicado distribuído pela Casa Branca neste domingo, citando as palavras de Tillerson.

O secretário de Estado dos EUA manifestou a esperança de que, sob a presidência de Hassah Rouhani, reeleito para o segundo mandato, o país "encontre o caminho de volta para um estado que o Irã historicamente desfrutou: o das boas relações com seus vizinhos".

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Os Estados Unidos continuarão a aplicar a política de sanções contra as ações "inaceitáveis" do Irã, segundo Tillerson, entre as quais ele citou a suposta realização e o apoio a atos de terrorismo, bem como a continuidade do desenvolvimento dos programas de mísseis balísticos. Os EUA, disse o chefe da diplomacia americana, pretendem encorajar a comunidade internacional a adotar medidas contra o Irã.

No domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, durante a cúpula na capital saudita, acusou o Irã de manter aceso "o fogo dos conflitos sectários e do terror".

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