Estados Unidos venderá até US$ 350 bilhões em armas para a Arábia Saudita

© REUTERS / Jonathan ErnstSaudi Arabia's King Salman bin Abdulaziz Al Saud (R) presents U.S. President Donald Trump with the Collar of Abdulaziz Al Saud Medal at the Royal Court in Riyadh, Saudi Arabia May 20, 2017
Saudi Arabia's King Salman bin Abdulaziz Al Saud (R) presents U.S. President Donald Trump with the Collar of Abdulaziz Al Saud Medal at the Royal Court in Riyadh, Saudi Arabia May 20, 2017 - Sputnik Brasil
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Os Estados Unidos e a Arábia Saudita assinaram um acordo de venda de armas que pode chegar a US$ 350 bilhões nos próximos 10 anos. US$ 110 bilhões serão concretizados em curto prazo.

A venda foi fechada durante a visita de Donald Trump à monarquia árabe, neste sábado (20). A Arábia Saudita é um aliado de longa data de Washington na região.

"Este pacote de equipamentos e serviços de defesa apoia a segurança de longo prazo da Arábia Saudita e da região do Golfo em face das ameaças iranianas, além de reforçar a capacidade do Reino de contribuir para operações contra o terrorismo em toda a região", disse a Casa Branca em um comunicado, segundo a CNBC.

Saudi Arabia's King Salman bin Abdulaziz Al Saud (C) welcomes U.S. President Donald Trump and first lady Melania Trump (2-R) as they arrive aboard Air Force One at King Khalid International Airport in Riyadh, Saudi Arabia May 20, 2017 - Sputnik Brasil
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O acordo inclui um sistema de defesa antimísseis THAAD da Lockheed Martin, semelhante ao que está sendo operado na Coréia do Sul, que custa cerca de US$ 1 bilhão, informou a Reuters citando fontes anônimas. Há, também, a previsão da venda de US$ 1 bilhão apenas em munições.

No último mês de seu mandato, o ex-presidente Barack Obama interrompeu a venda de munições guiadas com precisão para a Arábia Saudita por preocupações de que sua força área estava atacando civis no Iêmen.

Segundo o Instituto de Pesquisa da Paz Internacional de Estocolmo, a Arábia Saudita teve em 2015 o terceiro maior orçamento militar do mundo. Já em 2016, o país do Oriente Médio caiu para a quarta posição, atrás de Estados Unidos, China e Rússia.

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