No quadro das sanções, Ucrânia bloqueia atividade da mídia russa

© Sputnik / Aleksei FilippovDmitry Kiselev, diretor-geral da agência de notícias Rossiya Segodnya e a editora-chefe da Sputnik, Margarita Simonyan (foto de arquivo)
Dmitry Kiselev, diretor-geral da agência de notícias Rossiya Segodnya e a editora-chefe da Sputnik, Margarita Simonyan (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Ucrânia impõe sanções por três anos contra Rossiya Segodnya e outras mídias russas.

Além disso, o presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, aprovou a proposta do Conselho de Segurança e de Defesa Nacional da Ucrânia de ampliar a lista de pessoas físicas e jurídicas russas contra as quais são aplicadas sanções, segundo consta do decreto presidencial publicado em seu site.

"De acordo com o artigo 5 da lei da Ucrânia 'Sobre as Sanções' o Conselho de Segurança e de Defesa Nacional da Ucrânia decidiu: apoiar as propostas de prorrogação e aplicação de sanções especiais individuais, econômicas e outras medidas restritivas apresentadas pelo Gabinete de Ministros da Ucrânia, o Serviço de Segurança da Ucrânia e o Banco Nacional da Ucrânia", diz o documento.

Anteriormente os meios de imprensa ucranianos haviam informado que o Governo propusera em abril prorrogar as sanções contra a Rússia.

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No texto do decreto destaca-se que, na lista de sanções impostas contra a Rússia, foram incluídas 1.228 pessoas físicas e 468 jurídicas.

Na lista de personalidades alvo de sanções estão, entre outros, Dmitry Kiselev, diretor-geral da agência de notícias Rossiya Segodnya e a editora-chefe da Sputnik, Margarita Simonyan. As sanções contra Dmitry Kiselev e Margarita Simonyan foram prolongadas por um ano.

Contra as pessoas jurídicas, as sanções foram ampliadas por um período de um a três anos, para as pessoas físicas, por prazos de um ano, três anos, cinco anos e sem limites de tempo.

Redes sociais russas como a Vkontakte e Odnoklassniki também foram bloqueadas. O maior portal e buscador russo, o Yandex, também foi bloqueado.

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