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ONU: ataque à cidade portuária Houthi, no Iêmen, pode deslocar mais de 400 mil pessoas

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Se a cidade portuária iemenita de Al Hudaydah, controlada pelos rebeldes Houthi, for atacada, pelo menos 400 mil pessoas deixarão a cidade, complicando ainda mais a resposta humanitária no país que já sofre com falta de recursos, informou a Organização Internacional para as Migrações (OIM) nesta sexta-feira.

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Em março, de acordo com relatos da mídia, os funcionários da Casa Branca disseram que Washington e a coalizão liderada pelos sauditas está considerando lançar um ataque contra Al Hudaydah para expulsar os rebeldes Houthi. Em resposta, o vice-ministro russo das Relações Exteriores, Gennady Gatilov, disse que Moscou é contra o ataque, pois este não respeitaria a Resolução 2216 do Conselho de Segurança da ONU e agravará a crise humanitária no Iêmen.

"No mínimo, 400 mil pessoas fugirão da cidade para o leste, assim que Al Hudaydah estiver sob ataque… Isso tudo além da situação já desesperadora de mais de dois milhões de pessoas deslocadas e de suas comunidades de acolhimento afetadas pelo conflito. Mesmo sem esse ataque a Al Hudaydah, todas as respostas de emergência no Iêmen estão enfrentando enormes dificuldades de acesso, apoio financeiro e imensas necessidades", disse Mohammed Abdiker, Diretor de Operações e Emergências da OIM, em um informe divulgado pela organização.

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A OIM está preparada para responder ao fluxo de moradores deslocados da cidade de Al Hudaydah, no entanto os recursos necessários para o apoio das pessoas podem acabar muito rápido. Por isso a organização está solicitando apoio financeiro adicional.

O Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA) caracteriza a situação no Iêmen como "a maior crise humanitária do mundo", com 18,8 milhões de pessoas necessitadas de assistência humanitária ou de proteção, incluindo 10,3 milhões que vivem em constante risco de vida.

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