'É hora de falar em impeachment', diz escritor Stephen King sobre Trump

© AFP 2022 / Francois MoriStephen King, escritor norte-americano
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Crítico do presidente dos Estados Unidos Donald Trump,o escritor norte-americano Stephen King defendeu em sua página no Twitter que chegou o momento de discutir o impeachment do mandatário do seu país.

“Donald Trump: Uma combinação notável de desarticulação e estupidez como sujeira. Hora de começar a falar de impeachment. Mesmo. Já é o suficiente”, escreveu King.

O pedido feito pelo escritor por meio de um tweet veio após Trump ter demitido o agora ex-diretor do FBI, James Comey, este então responsável por uma investigação que apura supostas ligações da campanha presidencial do republicano e autoridades da Rússia.

Trump justificou a demissão por “erros” de Comey na investigação acerca do uso de um servidor privado de e-mail por parte da sua então adversária na corrida para a Casa Branca, a democrata Hillary Clinton.

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Em 2016, Trump alternou entre elogios e críticas a Comey. Mas no início deste ano, ele destacou o trabalho do ex-diretor à frente do FBI.

O tweet de King pedindo o impeachment de Trump recebeu 32 mil retweets e mais de 86 mil curtidas.

No início do mês, King também criticou o presidente dos Estados Unidos pelo Twitter, naquela oportunidade destacando que a possibilidade de Trump “carregar no botão nuclear é pior do que qualquer história de terror que já escrevi”.

O escritor já cobrou que o presidente sobre os seus impostos. “Se você é homem o bastante para jogar uma mega bomba no Afeganistão, você deveria ser homem o suficiente para liberar o seu imposto de renda”.

King ainda mencionou recentemente que Trump lembra dois personagens dos seus livros – Greg Stillson (de ‘Zona Morta’, na tradução brasileira, de 1979), e Big Jim Rennie (de ‘Sob a Redoma’, na tradução brasileira, de 2009).

“Em ‘Zona Morta’, Greg Stillson é um vendedor de Bíblia com um dom da conversa, um espírito pronto e o toque comum. Ele é ridicularizado quando se candidata a prefeito em sua pequena cidade da Nova Inglaterra, mas ele ganha”, escreveu King.

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“Big Jim Rennie em ‘Sob a Redoma’ é cortado do mesmo plano. Ele é um vendedor de carros (vendendo como requisito fundamental para o político bem-sucedido), que é o chefe de seleção na pequena cidade de Chester’s Mill, quando uma redoma cai e corta a comunidade do mundo”, emendou o escritor.

“Ele é um ladrão, um bom de papo e um sociopata, a pior escolha possível em um momento de crise [...]. O fato de que ele é incompetente, na melhor das hipóteses, e francamente malévolo, na pior das hipóteses, não importa”.

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