Americanos acreditam que força militar será necessária para parar a Coreia do Norte

© REUTERS / YonhapO porta-aviões nuclear norte-americano USS Carl Vinson da classe Nimitz foi construído em 1975. Foi lançado à água em 1980 e comissionado dois anos depois. O navio foi nomeado em homenagem a um senador do estado da Geórgia, para assinalar sua contribuição para a Marinha dos EUA. Desde 2009, se tornou o navio-almirante do grupo 1 de ataque de porta-aviões (Carrier Strike Group 1) da Marinha dos EUA. Além das suas operações numerosas, o porta-aviões também figurou em 2001 no filme Atrás das Linhas Inimigas, realizado por Owen Wilson e Gene Hackman
O porta-aviões nuclear norte-americano USS Carl Vinson da classe Nimitz foi construído em 1975. Foi lançado à água em 1980 e comissionado dois anos depois. O navio foi nomeado em homenagem a um senador do estado da Geórgia, para assinalar sua contribuição para a Marinha dos EUA. Desde 2009, se tornou o navio-almirante do grupo 1 de ataque de porta-aviões (Carrier Strike Group 1) da Marinha dos EUA. Além das suas operações numerosas, o porta-aviões também figurou em 2001 no filme Atrás das Linhas Inimigas, realizado por Owen Wilson e Gene Hackman - Sputnik Brasil
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A maioria dos norte-americanos considera que uma ação militar norte-americana é a única maneira possível de impedir a Coréia do Norte de desenvolver mísseis nucleares, capazes de atingir os Estados Unidos, de acordo com uma pesquisa da emissora Fox News.

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"Cinquenta e um por cento dizem que a ação militar dos EUA será necessária para impedir a nação vermelha de continuar o seu programa de armas nucleares, enquanto 36 por cento pensam que a diplomacia pode funcionar", informou o jornal.

A Coreia do Norte foi considerada como a maior ameaça imediata aos Estados Unidos por 38%, enquanto 25% classificaram o grupo terrorista islâmico Daesh como "a principal ameaça", e 18% citou a Rússia.

Nos últimos dias, as autoridades americanas minimizaram a ameaça de uma ação militar contra a Coréia do Norte, que frequentemente ameaça atacar os Estados Unidos.

Em vez disso, o governo Trump está contando com um aumento das sanções econômicas e com a pressão chinesa para deter a emergência da Coréia do Norte como uma potência nuclear, de acordo com relatos de uma reunião da Casa Branca para senadores esta semana.

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