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Senador russo: EUA deixaram claro que Ucrânia não entra em sua zona de interesses

© Sputnik / Stringer Primeiro-ministro da Ucrânia com militares dos EUA
Primeiro-ministro da Ucrânia com militares dos EUA - Sputnik Brasil
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Ao decidir reduzir o apoio financeiro a Kiev, EUA deixaram claro que Ucrânia não entra na sua zona de interesses, além disso, Washington não vê efeito algum em gastar dinheiro com o poder ucraniano, declarou o chefe do Comitê Internacional do Senado russo, Konstantin Kosachev.

Anteriormente, foi publicada a possibilidade de os EUA reduzirem o apoio financeiro à Ucrânia em 69%. Inicialmente, planejava-se conceder mais de US$ 570 milhões à Ucrânia, mas o valor foi reduzido para US$ 177 milhões.

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Ao mesmo tempo, o senador russo relembrou que a administração Trump planejava reduzir o apoio financeiro aos países em desenvolvimento. Ucrânia entra justamente neste artigo orçamentário, ao invés de ser considerada um país "que avançou na luta pela liberdade".

 "Provavelmente, o dinheiro de programas de apoio para desenvolvimento será transferido para alvos diretamente ligados à segurança nacional dos EUA. É um sinal evidente: Ucrânia não faz parte dos alvos em questão", sublinhou Konstantin Kosachev.

Além disso, ele apontou que tal posição em meio ao orçamento mostra que "Washington ainda não vê efeito algum nos investimentos maciços para Ucrânia". Em geral, a diminuição dos investimentos não significa em mudança de relação, é apenas um olhar pragmático — não gastar no que não dá resultado, acrescentou o chefe do Comitê Internacional do Senado russo.

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Entretanto, Kosachev não esqueceu as palavras de Donald Trump, pronunciadas durante encontro com os embaixadores do Conselho de Segurança da ONU. O presidente norte-americano demonstrou a lógica ao expor o orçamento da ONU dizendo que o "volume de financiamento [da ONU] saiu do controle", mas, imediatamente corrigiu suas palavras: "Se os senhores trabalharem efetivamente, eu não me preocuparei com o orçamento, pois se trata de somas míseras em comparação com os trabalhos importantes desempenhados por vocês."

"Tudo é muito fácil e cínico: caso sejam úteis para os EUA, receberão dinheiro. Saudações para a Ucrânia independente", concluiu.

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