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EUA e Japão realizarão treinos conjuntos perto da península coreana

© AFP 2021 / KATSUMI KASAHARANavios de guerra japoneses (à esquerda - Ashigara)
Navios de guerra japoneses (à esquerda - Ashigara) - Sputnik Brasil
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Dois navios de guerra japoneses, o Ashigara e o Samidare, saíram na sexta-feira (21) da base militar de Sasebo, na província de Nagasaki, e dirigiram-se em direção à península coreana para realizar treinamentos navais conjuntos com o grupo aeronaval da Marinha norte-americana chefiado pelo porta-aviões nuclear USS Carl Vinson, informa o NHK.

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Segundo dados do canal, o porta-aviões USS Carl Vinson entrará no mar do Japão (também conhecido como mar do Leste) no início da próxima semana, não tendo sido ainda marcadas as datas certas dos exercícios.

O USS Carl Vinson é o terceiro de uma série de porta-aviões nucleares da classe Nimitz. O navio tem 332 metros de comprimento e um deslocamento de 97.000 toneladas. A tripulação, contando com o pessoal do grupo aéreo embarcado, é de 5.700 efetivos. Ele é capaz de transportar até 90 aviões e helicópteros.

A bordo do porta-aviões atualmente estão cerca de 70 aviões e helicópteros militares, inclusive 24 caças bombardeiros F/A —18, 10 aviões de reabastecimento aéreo S-3A, seis helicópteros táticos antinavio SH-3H, quatro aviões de vigilância radioeletrônica EA-6B e quatro aviões de deteção longínqua E-2.

Do grupo também fazem parte o cruzador Lake Champlain e os destróiers Wayne E. Meyer e Michael Murphy, equipados com sistemas antimísseis Aegis.

Os EUA e a Coreia do Norte formalmente estão ainda em guerra, visto que após o conflito militar na península coreana (1950-1953) a Coreia do Norte e os EUA não assinaram um tratado de paz.

As propostas de Pyongyang de assinar um acordo de paz ainda não foram aceites pelos EUA, cuja presença na Coreia do Sul é estimada por 28 mil militares, a pretexto de proteção da "ameaça do Norte". Por sua parte, a Coreia do Norte, tendo em conta a ameaça proveniente dos EUA, está elaborando e testando mísseis balísticos e munições nucleares, apesar da proibição do Conselho da Segurança da ONU.

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