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Medo de guerra na Coreia faz Brasil manter plano de fuga de embaixada, diz jornal

© REUTERS / KCNAKim Jong-un, líder norte-coreano, observa treinamentos do Exército Popular da Coreia
Kim Jong-un, líder norte-coreano, observa treinamentos do Exército Popular da Coreia - Sputnik Brasil
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A Embaixada do Brasil na Coreia do Sul possui um planejamento e um plano de fuga oficial em caso de uma nova guerra entre as duas Coreias, informou nesta segunda-feira o jornal Folha de S. Paulo.

O aumento das tensões entre o governo norte-coreano e os Estados Unidos, este aliado histórico da Coreia do Sul, fez crescer o temor por uma nova Guerra da Coreia – a primeira durou entre 1950 e 1953.

De acordo com a publicação, um adido militar controla as informações sobre como funcionaria esse plano de retirada de autoridades e cidadãos brasileiros (seriam 1,2 mil brasileiros cadastrados na embaixada em Seul), caso eclodisse um conflito militar na Península Coreana.

Procurado pela Sputnik nesta segunda-feira para comentar o assunto, o Itamaraty prometeu responder “com a brevidade possível”, o que não aconteceu até a publicação desta matéria.

Nesta foto sem data que foi divulgada pela Agência Central de Notícias da Coreia do Norte em Pyongyang no dia 7 de Março de 2017, o líder da Coreia do Norte Kim Jong-un supervisou o lançamento de mísseis balísticos das unidades da artilharia de Hwasong das Forças Estratégicas do Exercito Popular da Coreia - Sputnik Brasil
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No âmbito diplomático, o Brasil vem se posicionando contrariamente aos testes balísticos promovidos pela Coreia do Norte.

Em nota divulgada em março deste ano, o Itamaraty disse associar-se “às manifestações de condenação do Secretário-Geral das Nações Unidas e do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, dizendo ainda que “os lançamentos colocam em risco a segurança dos países vizinhos à Coreia do Norte”.

“O Brasil reitera seu apoio à desnuclearização da Península Coreana e desencoraja ações que aumentem a tensão no Nordeste Asiático”, completa o comunicado.

Em outro informe, de fevereiro deste ano, o governo brasileiro pediu que o governo norte-coreano pudesse “abster-se de atos que prejudiquem a via do diálogo e da negociação diplomática”.

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