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Maia diz que inquérito vai provar que citações contra ele na Lava Jato são falsas

© Alex Ferreira/Câmara dos DeputadosApós o vazamento da lista de Fachin, Rodrigo Maia encerrou sessão na Câmara
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Depois de ser citado na lista de investigações do ministro do STF, Edson Fachin, o presidente da Câmara Rodrigo Maia, do Democratas, não apareceu na Casa nesta quarta-feira (12) e viajou para o Rio de Janeiro.

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O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de 74 inquéritos pedidos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, referentes a autoridades com prerrogativa de foro e outros possíveis envolvidos a partir de informações obtidas em acordo de colaboração premiada de ex-executivos do Grupo Odebrecht. O ministro determinou, ainda, a revogação do sigilo na maioria dos processos, mantendo em segredo de justiça a tramitação de dois inquéritos e 25 petições. 

Logo após o vazamento da lista com os nomes de 42 deputados e 29 senadores, que foram citados nas delações de diretores e ex-executivos do grupo Odebrecht, Rodrigo Maia afirmou que o inquérito pedido pelo Supremo Tribunal Federal, no âmbito da investigação da Operação Lava Jato vai provar que as citações dos delatores contra ele são falsas.

"O processo vai confirmar que (as acusações) são falsas e vai ser arquivado. Eu confio na Justiça e vou continuar confiando sempre." 

O Presidente da Câmara ainda ressaltou que o Ministério Público e a Justiça vão atuar de forma competente, e que caberá ao Congresso Nacional cumprir seu papel institucional de legislar.

Rodrigo Maia é alvo de duas investigações, em uma é suspeito de ter recebido dinheiro do setor de propinas da Odebrecht e outra é acusado de ter recebido R$ 100 mil para garantir a aprovação de medidas provisórias que eram de interesse da construtora.

A Câmara dos Depuatados também ficou praticamente vazia nesta quarta-feira (12), mas a comissão especial que analisa a Reforma Trabalhista apresentou quórum e o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), leu o parecer sobre a reforma.  Já o projeto que trata da renegociação da dívida dos estados, que necessita de análise e votação no plenário da Câmara foi paralisado mais uma vez após o vazamento da lista. Quanto a Reforma da Previdência, o presidente da Comissão Especial que analisa o projeto, deputado Carlos Marun (PMDB) afirmou que a divulgação da lisa de Fachin não vai alterar o calendário e que o relator deputado Arthur Maia (PPS), também citado na lista, vai apresentar o relatório no dia 18 de abril.


 

 

 

 

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