Trump conta a Xi Jinping sobre ataque contra base aérea síria ao comer sobremesa

© REUTERS / Carlos BarriaPresidente dos EUA Donald Trump saúda seu homólogo chinês Xi Jinping em Mar-a-Lago, no estado da Flórida, em 6 de abril 2017
Presidente dos EUA Donald Trump saúda seu homólogo chinês Xi Jinping em Mar-a-Lago, no estado da Flórida, em 6 de abril 2017 - Sputnik Brasil
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O presidente dos EUA, Donald Trump, revelou a seu homólogo chinês, Xi Jinping, os planos de ataque contra a base aérea síria ao comer sobremesa, informa a Fox News.

"Estava sentado à mesa depois de termos acabado de jantar e estávamos comendo a sobremesa, serviram-nos a torta de chocolate mais maravilhosa provada por alguém. Enquanto o presidente Xi Jinping estava se deliciando com a torta, nossos generais deixaram um recado para mim. Foi então que eu disse: 'Senhor presidente, permita-me lhe contar algo enquanto o senhor come a sobremesa: acabamos de lançar 59 mísseis contra o Iraque'", disse Trump.

"Contra a Síria", uma jornalista corrigiu o erro.

"Sim, contra a Síria", respondeu Trump. Segundo ele, o presidente chinês ficou calado por dez segundos, depois pediu que repetisse e acabou dizendo que "fez certo caso alguém tenha usado armas químicas contra crianças".

Falando nisso, em entrevista, Trump descreveu o ataque norte-americano como "maravilhoso e genial". Conforme ele, como é incrível os mísseis, lançados de uma distância de várias centenas de quilômetros, terem atingido o alvo. Na opinião de Trump, "ninguém possui tecnologias tão poderosas como as dos EUA".

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Na noite de 6 a 7 de abril, os EUA atacaram com mísseis de cruzeiro lançados dos dois destroieres o aeródromo Shayrat na província de Homs. Washington afirma que Damasco realizou a partir da base citada acima um ataque químico contra a província de Idlib. O governador de Homs disse que na sequência do ataque morreram sete pessoas: cinco militares e dois civis da aldeia que fica perto da base. Segundo os dados do exército sírio, trata-se de 10 militares mortos. 

Vale destacar que os EUA não apresentaram provas nem atenderam ao apelo da Rússia para efetuar uma investigação escrupulosa antes de acusar as autoridades sírias. Damasco, por sua vez, nega de modo categórico ter usado armas químicas.

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