Porta-aviões americano rumo à península da Coreia poderá fazer manobra sem precedentes

© AFP 2022 / PARK JI-HWANPorta-aviões USS Carl Vinson (CVN-70), de 97.000 toneladas (foto de arquivo)
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Porta-aviões da Marinha dos EUA enviado à península da Coreia poderá fazer uma manobra sem precedentes desde os tempos da Segunda Guerra Mundial.

No âmbito do novo conceito operacional de implementação das forças navais americanas no oceano Pacífico, o porta-aviões USS Carl Vinson poderá realizar uma manobra sem precedentes, informa a edição Defense News citando fontes militares.

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Anteriormente foi informado que o grupo aeronaval da Marinha norte-americana chefiado pelo porta-aviões USS Carl Vinson se dirigirá à parte ocidental do oceano Pacífico para garantir a presença norte-americana perto da península da Coreia.

A Marinha dos EUA divide o oceano Pacífico em duas zonas de responsabilidade: a Sétima Frota dos Estados Unidos se baseia no Japão e responde pela parte ocidental, tomando em conta a situação na região esta frota passa pelos treinamentos mais intensos; as forças da Terceira Frota, que se baseia na Califórnia, são de vez em quando enviadas para o Pacífico ocidental para apoiar operações da Sétima Frota, passando a atuar sob seu comando.

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Segundo as informações da Defense News, que cita representantes do comando da Frota do Pacífico, pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, a Terceira Frota, que se baseia em San Diego, manterá o comando do grupo aeronaval quando ele estiver a oeste da Linha de Data (atravessando esta linha, o USS Carl Vinson entra na zona de responsabilidade da Sétima Frota).

Mais cedo, o NBC Sandiego comunicou que a tripulação do porta-aviões passou por preparativos intensos, cujos detalhes não foram especificados.

Conforme a mídia americana, a nova abordagem da implementação das forças navais dos EUA, aprovada em 2015, pressupõe que, em caso de conflito com participação da Coreia do Norte, todos os navios da Sétima Frota sejam enviados à zona de conflito, enquanto os navios da Terceira Frota continuarão patrulhando outras zonas.

Viktor Ozerov, chefe do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação (câmara alta da Assembleia Federal russa) tinha advertido que o envio do grupo aeronaval para junto da costa da península da Coreia pode fazer com que as autoridades norte-coreanas reajam de forma imprudente.

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