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Mídia refresca memória de Trump de quando ele se mostrou contra bombardeios da Síria

© AFP 2021 / JIM WATSON O presidente dos EUA, Donald Trump dá ordem para realizar ataque massivo contra base aérea síria devido ao acidente com arma química em 6 de abril de 2017
O presidente dos EUA, Donald Trump dá ordem para realizar ataque massivo contra base aérea síria devido ao acidente com arma química em 6 de abril de 2017 - Sputnik Brasil
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A mídia francesa lembrou, após ataques de mísseis contra Síria, realizados de acordo com a ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, que em 2013 ele se manifestou contra bombardeios da Síria, especialmente sem autorização do Congresso norte-americano.

"Muitas pessoas lembram as mensagens de Donald Trump, feitas em 2013, quando os EUA estavam à beira de intervenção militar na Síria", informa o portal France TV Info.

Para provar essas declarações, o portal adicionou duas imagens das mensagens de Trump publicadas em sua página do Twitter nos dias 29 e 30 de agosto de 2013.

​"O que ganhamos com bombardeios da Síria além de aumento de dívida e possibilidade de um conflito de longo prazo? Obama precisa de autorização do Congresso", escreveu Trump há quatro anos.

​"O presidente tem de receber autorização do Congresso antes de bombardear Síria, será erro grave caso não obtenha e o faça!", escreveu ele em sua segunda mensagem.

Há quatro anos, Donald Trump avisou Barack Obama:

​"Mais uma vez, para nosso líder tolo, não ataque a Síria — se fizer isso, muitas coisas ruins irão acontecer e desta luta os EUA não ganharão nada!"

Mas, ao se tornar presidente dos EUA, Trump toma a decisão de atacar a base governamental síria usando mísseis de cruzeiro.

O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, durante o encontro com os seus homólgos turco e iraniano em Moscou, Rússia, 20 de dezembro de 2016 - Sputnik Brasil
Chanceler russo insiste: é preciso exigir verdade sobre ataques dos EUA na Síria
Além disso, o senador norte-americano, Rand Paul, também declarou que Trump deveria receber autorização do Congresso dos EUA para realizar ataque contra base militar síria.

Nesta sexta-feira (7), as forças dos EUA realizaram um ataque com 59 mísseis de cruzeiro Tomahawk a partir de dois destroieres localizados nas águas do mar Mediterrâneo contra a base aérea de Shayrat na província síria de Homs.

O ataque foi dirigido a uma instalação militar da qual, segundo estimativas da Casa Branca, as forças do governo de Bashar Assad realizaram um ataque com armas químicas contra a cidade de Jan Sheijun, na província de Idlib.

Segundo opina o chefe do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Viktor Ozerov, as ações dos EUA podem ser consideradas um ato de agressão contra o país membro da ONU. Consequentemente, a Rússia exigirá realização de reunião de Conselho de Segurança da ONU divido à realização do ataque de mísseis contra base aérea síria.

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