Porta-voz do presidente russo revela semelhanças entre Putin e Trump

© AP Photo / Alexander ZemlianichenkoUma jornalista fazendo uma matéria durante transmissão ao vivo das presidenciais norte-americanas, com os retratos de Trump e Putin no fundo
Uma jornalista fazendo uma matéria durante transmissão ao vivo das presidenciais norte-americanas, com os retratos de Trump e Putin no fundo - Sputnik Brasil
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O porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, afirmou que a baixa popularidade de Vladimir Putin nos EUA é uma consequência da contínua propaganda antirrussa, não obstante as abordagens do presidente russo e americano quanto às relações internacionais serem muito parecidas.

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"É precisamente isso que nós vemos. Eles ambos insistem na primazia dos interesses nacionais. E eles têm toda a consciência de é do interesse nacional de cada país manter as boas relações com o parceiro, se assegurar de que estas relações são mutuamente benéficas e que vocês estão dispostos a considerar as suas opiniões", afirmou Peskov em uma entrevista ao ABC.

Segundo disse o porta-voz do líder russo, a Rússia é "suficientemente paciente" para "entender as abordagens da atual administração". "Nós entendemos que eles, a atual administração, ainda precisam de tempo para formular de modo mais concreto as suas ideias em relação à Rússia", realçou.

Em relação ao ranking de aprovação de Putin nos EUA, Peskov assinalou:

"Isto não é um problema, mas lamentamos. Nos damos de conta de que estes números foram provocados pelo fato de a sociedade americana ter sido sujeita a uma séria propaganda antirrussa durante muitos meses, mais de um ano", comunicou o canal de TV ABC, citando a resposta de Peskov que comentou o fato do líder russo ter 9% de apoio entre os americanos.

O porta-voz também sublinhou que por causa da propaganda "muitos americanos acreditam que os hackers russos estão por toda a parte", o que é mentira. "São notícias falsas e calúnias", disse Peskov.

De acordo com Peskov, ele não acha que a atitude do presidente americano Donald Trump para com a Rússia tenha mudado significativamente após a campanha eleitoral.
"Claro que a Rússia foi, digamos, uma parte da campanha eleitoral americana, parte da agenda em algum sentido, mas é pouco provável que a influência deste fator tenha sido decisiva", afirmou.

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