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EUA querem participar mais ativamente de conflito no Iêmen

© East News / Pacific PressMembros da Al-Qaeda posam para foto com os rostos cobertos
Membros da Al-Qaeda posam para foto com os rostos cobertos - Sputnik Brasil
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O secretário da Defesa dos EUA, James Mattis, pediu à Casa Branca para levantar as restrições de apoio militar aos países do Golfo Pérsico envolvidos no conflito no Iêmen, escreve o jornal Washington Post citando funcionários na administração.

Neste mês Mattis entregou ao assessor do presidente para a Segurança Nacional, o tenente-general Herbert McMaster, um documento que afirma que um "apoio limitado" à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes Unidos no Iêmen ajudará a lidar com a "ameaça comum".

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A aprovação do pedido vai significar uma mudança da atividade militar dos Estados Unidos no Iêmen, que até ao momento é apresentada como operações antiterroristas contra o grupo terrorista Al-Qaeda (proibido na Rússia), diz o artigo. Além disso, este passo vai significar uma posição mais agressiva de Washington em relação ao Irã.

O jornal observa que a administração norte-americana continua analisando a sua política em relação ao Iêmen e é pouco provável que o processo seja concluído até o próximo mês. No entanto, uma das primeiras questões que Mattis mencionou no documento foi a proposta de oferecer ajuda para os Emirados Árabes Unidos na libertação do porto de Hodeidah controlado por rebeldes houthis, disse o jornal Washington Post.

Vários funcionários disseram que Mattis e seus assessores pedem remover as restrições impostas durante a presidência de Barack Obama, o que permitirá apoiar os EAU contra os houthis em questões de inteligência, reabastecimento e planejamento operacional sem ter de aprovar decisões na Casa Branca.

Desde 2014, o Iêmen está envolvido em um conflito militar entre os insurgentes houthis do movimento xiita Ansar Allah e parte do exército leal ao ex-presidente Ali Abdullah Saleh de um lado, e milícias leais ao presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi. Desde março de 2015, a coalizão de países árabes liderados pela Arábia Saudita tem combatido ao lado do governo iemenita.

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