General americano quer mais cooperação com Força Aeroespacial russa

© Sputnik / Dmitry Vinogradov / Abrir o banco de imagensUm Su-34 pousa no aeroporto Hmeimim, na Síria
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O chefe cessante do Comando de Combate Aéreo norte-americano, general Herbert Carlisle, se pronunciou a favor de manter a comunicação a um alto nível entre os militares da Rússia e EUA para evitar acidentes aéreos na Síria, informa The Hills.

O alto responsável militar norte-americano disse que existe a necessidade de elevar o nível das conversações embora o processo seja obstaculizado pelo Pentágono, de acordo com The Hills.

"Na minha opinião, fazem sentido a prevenção de colisões e as conversações que, quanto mais se possam fazer, quanto mais a compreensão mútua se possa conseguir entre os pilotos que operam voos em um único pedaço do espaço aéreo, melhores serão nossas condições", disse o general Carlisle.

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O oficial informou aos jornalistas que o tenente-general Jeffrey Harrigian, chefe da Força Aérea dos EUA no Oriente Médio, o tenente-general Stephen Townsend, chefe da coalizão liderada pelos Estados Unidos, e o general Joseph Votel, chefe do Comando Central, estão discutindo o assunto com James Mattis, secretário da Defesa norte-americano.

"Por definição, à medida que conquistemos o espaço de batalha ao Daesh [grupo terrorista, proibido na Rússia], continuarão aumentando as possibilidades de conflito entre nós e os outros atores no teatro de operações… É uma das razões… para intensificar o diálogo com os russos", explicou o general.

O general acrescentou que entre os fatores que complicam a situação vale destacar as ações da Força Aérea da Turquia, cuja atitude perante o problema dos curdos sírios é fundamentalmente diferente da norte-americana. Enquanto Washington considera as milícias curdas como seu melhor aliado terrestre na Síria, Ancara os qualifica de terroristas ligados ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), proibido na Turquia.

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