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Gambito no Oriente Médio: Washington pretende criar a 'OTAN árabe' para conter Irã

© REUTERS / Jonathan ErnstA bandeira americana em um veículo vibra quando o sol se põe atrás da cúpula do Capitólio dos EUA nas horas antes de o presidente Barack Obama entregar o discurso do Estado da União a uma sessão conjunta do Congresso em Washington em 12 de janeiro de 2016
A bandeira americana em um veículo vibra quando o sol se põe atrás da cúpula do Capitólio dos EUA nas horas antes de o presidente Barack Obama entregar o discurso do Estado da União a uma sessão conjunta do Congresso em Washington em 12 de janeiro de 2016 - Sputnik Brasil
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A nova administração norte-americana, que considerou o Irã como "Estado terrorista", tenta incentivar os países árabes a criar um bloco militar para conter Teerã.

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A administração de Donald Trump negociou com vários países árabes a criação de uma nova aliança militar no Oriente Médio, anunciou o Washington Post citando fontes árabes. 

Baseado no princípio da OTAN segundo qual um ataque contra um membro da OTAN é considerado como um ataque contra todos, a nova organização deve reunir a Arábia Saudita, os Emirados Árabes, o Egito e a Jordânia, tendo como objetivo "fazer frente ao seu adversário comum, o Irã", indica o Washington Post

Se acrescenta também que, caso o projeto seja realizado, os EUA e Israel pretendem se comprometer a prestar apoio militar para a aliança e cooperar em matéria de informações com cada país do bloco.

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O que se toca à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes, a sua intenção de aderir a tal aliança não é desinteressada. 

Segundo o Washington Post, estes dois países querem alcançar a anulação por Trump da lei norte-americana que permite a famílias de vítimas de atentados organizados por grupos terroristas processar os países que os apoiam. 

Este é um documento que tinha sido adoptado em setembro por Barack Obama e que representa ameaça para Riad, já que autoriza inúmeros cidadãos norte-americanos que perderam membros da família durante o atentado de 11 de setembro a processar o país.

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