Chanceler britânico: 'Seria uma loucura para nós continuar demonizando a Rússia'

© REUTERS / Jeff Overs/BBCBoris Johnson discursa no BBC, março de 2016
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O chefe da diplomacia do Reino Unido, Boris Johnson, comentou hoje (10) os supostos ataques cibernéticos de “hackers russos”, durante um encontro com assessores presidente eleito dos EUA, Donald Trump.

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O ministro das Relações Exteriores britânico, Boris Johnson, disse nesta terça-feira (10), perante a Câmara dos Comuns, que "continuar demonizando" a Rússia seria "uma loucura" para o Ocidente.

A declaração foi feita no contexto da análise de sua última viagem aos EUA, onde o chanceler se reuniu com Trump e com os líderes do Congresso norte-americano. Além de abordar a questão do acordo de comércio entre os dois países, Johnson observou que, na ocasião, foram mencionadas as relações com a Rússia, segundo relatou a Bloomberg.

Embora Johnson tenha dito acreditar que o Partido Democrata foi de fato atacado por hackers comandados por Moscou — hipótese sem provas, negada pelo Kremlin e pela WikiLeaks —, admitiu que "seria loucura para nós continuar demonizando a Rússia ou isolar a Rússia".

Após a declaração do ministro britânico, o ex-presidente da Comissão de Assuntos Internacionais da Duma (câmara baixa do Parlamento russo) e membro do Conselho da Federação da Assembleia Federal da Rússia, Alexei Pushkov, publicou o seguinte comentário em sua conta no Twitter: 

"A nova de B. Johnson: ‘Seria uma loucura para nós continuar demonizando a Rússia’. Já foi uma loucura começar a fazê-lo. Já é hora de mudar o disco quebrado".

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