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Diretor de Inteligência Nacional dos EUA: Rússia teve 'intenção' de influenciar eleições

© AP Photo / Evan Vuccidiretor de Inteligência Nacional dos EUA, James Clapper
diretor de Inteligência Nacional dos EUA, James Clapper - Sputnik Brasil
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O diretor de Inteligência Nacional dos EUA, James Clapper, e o diretor do FBI, James Comey, participaram nesta terça-feira (10) de uma sessão do Senado para debater as acusações sobre a suposta intervenção russa nas eleições presidenciais norte-americanas.

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Também estiveram presentes John Brennan, que dirige a Agência Central de Inteligência (CIA), e o diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA), Michael Rogers.

Como parte da sessão aberta, os diretores responderam às perguntas dos senadores sobre o recente relatório preparado por várias unidades de Inteligência dos EUA, divulgado na semana passada, que conclui "com um alto nível de segurança" que, entre outras coisas, o presidente russo Vladimir Putin teria ordenado uma "campanha de influência" sobre as eleições presidenciais de novembro passado.

Clapper disse aos senadores que o relatório não estudava o impacto de Moscou nas eleições, mas que apenas encontrou “intenções” da Rússia nesse sentido. Segundo o diretor de Inteligência Nacional, contudo, não há nenhuma evidência de que a Rússia alterou o resultado das urnas.

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O relatório, segundo Clapper, foi baseado em recursos humanos, informação técnica e informação de fontes abertas. 

O diretor de inteligência disse ainda que a China também faz espionagem cibernética nos EUA, embora seja um processo mais "passivo" de coleta de dados, sem "usá-lo para fins políticos". 

Comey, por sua vez, disse que o FBI não teve acesso aos servidores de e-mail do Comitê Nacional Democrata depois que eles foram "hackeados", apesar de inúmeros pedidos nesse sentido, mas que uma “respeitável companhia independente” teve.

Além disso, Comey disse que havia "incursões e tentativas de vulnerabilizar os registros estatais das votações presidenciais", mas admitiu não haver nenhuma evidência de que tais registros tenham sido alterados. Os hackers, segundo o diretor do FBI, apenas obtiveram os dados.

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