China viola repetidamente zona de defesa aérea sul-coreana sobre rochedo de Socotra

© REUTERS / Stringer Caça furtivo chinês J-20 durante um show aéreo em Zhuhai, província de Guangdong, China, novembro de 2016
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Aviões militares chineses entraram na Zona de Identificação de Defesa Aérea Coreana (KADIZ) diversas vezes no ano passado, declarou na terça-feira (10) o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul.

Na segunda-feira (9), cerca de 10 aviões militares chineses, inclusive bombardeiros e um avião de alerta precoce, entraram na KADIZ por algumas horas, das 23h00 às 04h00 (horário de Brasília), levando a Coreia do Sul a enviar como resposta 10 caças F-15K e KF-16.

"Aviões militares chineses estavam acostumados a entrar na KADIZ principalmente perto do rochedo de Socotra. No passado, a penetração de aviões chineses na KADIZ era muito rara", disse o oficial do Estado-Maior Conjunto citado pela agência de notícias Yonhap.

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Segundo o Estado-Maior Conjunto, o Ministério da Defesa da Coreia do Sul está analisando as causas da penetração, enquanto as autoridades chinesas declararam que o avião realizava exercícios militares.

O rochedo de Socotra, controlado por Seul, fica a 149 km da ilha mais meridional sul-coreana, Marado, e 247 km da ilha chinesa mais próxima, Tongdao. No rochedo de Socotra existem algumas facilidades científicas sul-coreanas.

Em 2013 a Coreia do Sul expandiu a KADIZ para abranger o rochedo depois que a China incluiu-o na sua zona de identificação de defesa aérea, que permite ao país identificar aviões não autorizados que podem colocar problemas de segurança.

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