Mais de 20 civis morreram na Síria em 3 de janeiro após ataque do avião B-52 dos EUA

© AFP 2022 / Paul CrockBombardeiro B-52 da Força Aérea dos EUA
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O bombardeiro B-52 dos EUA, sem notificar a Rússia, no dia 3 de janeiro, realizou um ataque na província de Idlib, matando mais de 20 civis, informou na terça-feira (10) o chefe do Quartel das Forças Armadas russas, general do Exército Valery Gerasimov.

"Lembramos que, em 29 de setembro do ano passado, a aviação americana realizou uma ataque perto de Deir ez-Zor contra as forças do governo, sendo iniciado um ataque pelas unidades do Daesh [proibido na Rússia] logo em seguida", destacou Gerasimov.

"O exemplo mais recente é o ataque de 3 de janeiro pelo bombardeiro B-52, realizado sem aviso prévio para a parte russa e dirigido contra o povoado de Sarmada na província de Idlib, situado em um bairro da zona do cessar-fogo. O ataque resultou na morte de mais de 20 civis", acrescentou o general russo.

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Segundo Gerasimov, durante os dois anos e meio da operação militar contra o grupo terrorista Daesh na Síria, além de não atingir resultados significativos, a coalizão internacional realizou um número muito menor de ataques contra pontos de militantes, equivalente a quase 6,5 mil, se comparado ao número de ataques realizados pela Força Aeroespacial russa.

"Eles [a coalizão internacional chefiada pelos EUA] não alcançaram nenhum resultado significativo… Ao invés disso, foi registrado um grande número de vítimas entre a população civil e forças do governo", ressaltou o general.

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