Cadastro bem-sucedido!
Por favor, siga o link da mensagem enviada para

França convoca Conselho de Segurança para discutir 'crimes de guerra' em Aleppo

© AFP 2021 / GEORGE OURFALIANMoradores fogem do bairro de al-Salihin, na zona leste de Aleppo, em 12 de dezembro de 2016
Moradores fogem do bairro de al-Salihin, na zona leste de Aleppo, em 12 de dezembro de 2016 - Sputnik Brasil
Nos siga no
A França pediu uma resolução imediata do Conselho de Segurança da ONU para discutir as supostas atrocidades cometidas no leste de Aleppo, na Síria, segundo disse o ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Marc Ayrault, nesta terça-feira (13).

"Em face de alegações de exceções em Aleppo, a França pede uma reunião do Conselho de Segurança da ONU", disse Ayrault em sua conta no Twitter. 

Soldado sírio em Aleppo depois da retomada total da zona norte da cidade (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
Forças governamentais sírias detêm controle total sobre 98% do território de Aleppo
​O chanceler havia dito anteriormente ao canal de televisão LCI que a reunião, que deve ocorrer o mais rapidamente possível, deve discutir os possíveis crimes de guerra e crimes contra a humanidade que estariam sendo realizados na cidade síria, e que uma investigação da ONU deve começar imediatamente para determinar os culpados.

O porta-voz do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov, disse nesta terça que "em Aleppo oriental não foi encontrada nenhuma 'oposição', 'conselhos locais' ou organizações humanitárias não-governamentais que defendem os 'valores ocidentais', tão apreciados por Londres e outras capitais, como os 'capacetes brancos', associações de médicos ou defensores dos direitos humanos".

"Todas as declarações feitas a partir das altas tribunas ocidentais com referências a 'mensagens dos ativistas', assim como os 'filmes' sobre alegados 'bombardeios russos', 'fuzilamentos' e outras encenações, foram filmados por grupos de televisão especiais de militantes. Por que foram eles aceitos pela mídia com prazer e sem controle – são eles que têm de responder. E faço uma recomendação – não acreditar na propaganda dos terroristas", frisou Konashenkov. 

Feed de notícias
0
Antigas primeiroRecentes primeiro
loader
AO VIVO
Заголовок открываемого материала
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала