Aleppo oriental está submersa no terror total, 'não há oposição e capacetes brancos'

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Major-general Igor Konashenkov, porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia - Sputnik Brasil
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Como informou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov, aos jornalistas na terça-feira (13), não há nem ativistas dos direitos humanos, nem a "oposição" ou organizações não-governamentais em Aleppo oriental.

"Em Aleppo oriental não foi encontrada nenhuma 'oposição', 'conselhos locais' ou organizações humanitárias não-governamentais que defendem os 'valores ocidentais', tão apreciados por Londres e outras capitais, como os 'capacetes brancos', associações de médicos ou defensores dos direitos humanos", revelou Konashenkov.

"Segundo testemunhos dos civis, apenas havia fome e terror total por parte dos militantes por quaisquer tentativas de expressar descontentamento ou de abandonar o enclave", acrescentou.

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"Todas as declarações feitas a partir das altas tribunas ocidentais com referências a 'mensagens dos ativistas', assim como os 'filmes' sobre alegados 'bombardeios russos', 'fuzilamentos' e outras encenações, foram filmados por grupos de televisão especiais de militantes. Por que foram eles aceites pela mídia com prazer e sem controle – são eles que têm de responder. E faço uma recomendação – não acreditar na propaganda dos terroristas", frisou Konashenkov.

Ao mesmo tempo o major-general ressaltou que ele apenas enumerou os fatos que agora estão sendo registrados por oficiais do Centro para a Reconciliação na Síria russo e por representantes da mídia.

"Os nossos colegas ocidentais não precisam de mais uma vez experimentar virar tudo de cabeça para baixo, enganando a comunidade internacional", assinalou Konashenkov.

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Segundo Konashenkov, os terroristas retinham mais de 100 mil residentes em Aleppo oriental como escudo humano. Todos eles, assim que surgiu oportunidade, saíram para os bairros controlados pelas forças do governo sírio.

"A operação bem-sucedida e humana, em todos os sentidos, relativamente aos civis, do exército sírio pela libertação dos bairros de Aleppo oriental, mostrou várias coisas muito importantes", sublinhou. 

Konashenkov chamou de "gritos teatrais" e de "ruído russófobo" as alegações dos representantes do governo britânico e dos seus colegas franceses sobre "os 250 mil civis que ficaram bloqueados em Aleppo".

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