Opinião: para combater terroristas, Iraque precisa de um líder como Assad

© REUTERS / Abdalrhman IsmailOs sírios andam pelas ruas com prédios desmoronados, ao fugirem aos confrontos entre as forças do governo e os rebeldes, no Leste de Aleppo
Os sírios andam pelas ruas com prédios desmoronados, ao fugirem aos confrontos entre as forças do governo e os rebeldes, no Leste de Aleppo - Sputnik Brasil
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Para o Iraque tem tanta importância libertar Mossul como para a Síria – Aleppo. Em ambos os casos essas são as cidades-baluarte dos terroristas.

Quando os terroristas as entregarem, os respectivos exércitos irão dirigir suas forças contra os restantes militantes nas cidades de Kirkuk e Deir ez-Zor.

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Essa declaração foi feita pelo chefe do Observatório de Liberdade de Imprensa do Iraque Hadi Jalu Mary à Sputnik Árabe.

"É mais difícil libertar Mossul dos terroristas que Aleppo. A Síria tem Bashar Assad, que controla um exército unido apoiado pela Rússia e por grupos armados. No Iraque o exército, os destacamentos peshmerga e a aviação da coalizão internacional liderada pelos EUA combatem contra terroristas, mas essas são forças separadas que não têm um centro único de comando (onde o comando não está centralizado). Em Aleppo atuam vários grupos terroristas, enquanto em Mossul o Daesh é uma frente única", explicou Mary.

Na opinião dele, "os residentes de Mossul podem se ajudar si próprios na luta pela cidade caso abandonem suas casas".

"É preciso não permanecerem com o Daesh. Segundo eu sei, os militantes não retêm ninguém à força", sublinha o interlocutor.

No final, Mary assinala que "os terroristas precisam da presença das pessoas, pois isso lhes garante a segurança".

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