'Abafar' os S-300? The National Interest explica estratégia de guerra eletrônica dos EUA

CC BY 2.0 / brownpau / Vista do Pentágono a partir de um avião
Vista do Pentágono a partir de um avião - Sputnik Brasil
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O Pentágono está preparando a publicação de uma nova estratégia de guerra eletrônica.

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O documento, elaborado para as empresas fornecedoras do Pentágono e funcionários militares, contém recomendações quanto ao volume de investimentos em meios de guerra eletrônica e define os princípios de equipamento das respectivas unidades, escreve o jornal The National Interest.

Segundo o seu porta-voz, major Roger Cabiness, para o Pentágono é importante equipar o Exército com meios ofensivos avançados de guerra eletrônica e aumentar a proteção da chamada cadeia de destruição (kill-chain), um termo usado por especialistas em cibersegurança da empresa Lockheed Martin.

Esses especialistas descreveram a sequência mais difundida de arrombamento de sistemas de informação. A kill-chain também pode ser considerada como uma tática de ataque para prevenir um ataque do inimigo ou para organizar sua própria ofensiva.

Segundo o colunista e analista do portal Scout Warrior Chris Osbourne, pode se tratar, por exemplo, da proteção de um drone americano contra arrombamento por parte dos meios da guerra eletrônica do inimigo.

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O Pentágono acha que o desenvolvimento e entrada em serviço de meios de arrombamento e intercepção são mais baratos do que o lançamento de um míssil-interceptor. Os militares americanos preveem que essa tática permita reduzir as despesas dos EUA com novas armas.

De acordo com o documento do Pentágono, a principal ferramenta da Marinha americana são os sistemas de supressão de sinais radioeletrônicos de nova geração (NGJ). Em particular, há planos para equipar o avião EA-18G Glowler da Marinha dos EUA com dois transmissores que "abafem" as frequências do inimigo.

Assim, o Pentágono prevê que os sistemas de nova geração permitam que os aviões americanos escapem aos sistemas da defesa antimíssil russos. Entretanto, os especialistas americanos avaliam os sistemas russos S-300 e S-400 como uns dos melhores do mundo, escreve The National Interest.

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