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Secretário de Fazenda diz que crise no Rio será ainda maior em 2017

© Carlos MagnoSecretário estadual de Fazenda, Gustavo Barbosa
Secretário estadual de Fazenda, Gustavo Barbosa - Sputnik Brasil
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O Governo do Rio não vê melhoras na economia fluminense para 2017, e diz que crise será ainda maior que em 2016. A previsão divulgada nesta segunda-feira (5), pelo secretário estadual de Fazenda do Estado, Gustavo Barbosa é a de que o déficit do Rio chegue a R$ 52 bilhões até dezembro de 2018.

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Ao participar  de um seminário, promovido pela Firjan, Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, em parceria regional com a Ordem dos Advogados do Brasil, sobre os riscos de um novo esvaziamento econômico do estado do Rio, Gustavo Barbosa informou que não vai ter como pagar a última parcela do salário de outubro dos servidores, que aconteceria nesta segunda-feira (5), por causa do bloqueio nas contas do estado no valor de R$ 302 milhões, resultante de uma dívida do Estado com a União. Com isso, o Secretário de Fazenda disse que não há previsão para o pagamento do último depósito, pois o estado vai ter que aguardar a liberação das contas.

Falta ainda concluir o pagamento de outubro para cerca de 2% dos servidores, o equivalente a  R$ 65 milhões  para pagar.

Gustavo Barbosa, admitiu também que o governo do Rio ainda está buscando recursos para garantir a folha de novembro e que não tem previsão para o pagamento de dezembro de servidores da ativa, aposentados e pensionistas e nem do 13 do funcionalismo.

"Nós agora estamos finalizando a folha de outubro, estamos buscando fazer a folha de novembro. Infelizmente, essa é a situação atual. Hoje, a nossa busca é liquidar o mês de novembro, antes do 13º salário, nós temos o mês de novembro, depois tem o mês de dezembro, quer dizer o estado está em uma situação crítica."

Ainda segundo o secretário de Fazenda do Rio, mesmo que as medidas propostas pelo governo sejam aprovadas na Alerj – Assembleia Legislativa do Rio, que serão votadas a partir desta terça (6), Gustavo Barbosa afirmou que o quadro de dificuldades ainda vai durar ao longo do próximo ano, pois o estado deve economizar 50% menos do que esperava.

Conforme pesquisa divulgada nesta segunda-feira (5) pela Firjan, realizada com 199 empresas do Rio, que foram agraciadas com o benefício do incentivo fiscal do estado, quase 90% delas disseram que vão ter que demitir funcionários caso percam os benefícios. Já 52,6% das empresas informaram que fechariam as portas no estado e, dessas 40% encerrariam as atividades de vez. Já outros 60% transfeririam suas atividades para outros estados do país. Segundo o levantamento, a perda de postos de trabalho atingiria mais de 45 mil trabalhadores em todo o estado do Rio de Janeiro.

 

 

 

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