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Polícia Federal indicia Sérgio Cabral e outros 15 acusados de corrupção

© Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência BrasilEx-governador Sérgio Cabral
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Ex-governador ainda deve sofrer mais um indiciamento por irregularidades no Complexo Petroquímico do Rio; Cabral continua preso em Bangu.

Sérgio Cabral com o cabelo raspado e usando uniforme da Secretaria de Administração Penitenciária - Sputnik Brasil
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Sérgio Cabral tem cabeça raspada e usa uniforme em presídio no Rio
A Polícia Federal concluiu os trabalhos da Operação Calicute e indiciou o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), a mulher dele, Adriana Ancelmo e outros 14 acusados de corrupção.

A PF diz que Cabral recebeu propinas pelas obras referentes ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Favelas, Arco Metropolitano e Maracanã. Outro inquérito aberto em Curitiba ainda pesa na ficha do político: Cabral também é acusado de irregularidades na construção do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), mas o juiz Sérgio Moro decidiu na quinta (30), estender as investigações por mais 15 dias.

A Calicute foi deflagrada no dia 17 de novembro, por um núcleo da Operação Lava-Jato no Rio. A operação se baseou em delações premiadas da empreiteira Andrade Gutierrez, do ex-dono da Delta Engenharia Fernando Cavendish e da Carioca Engenharia, que revelaram ter pagado propinas por obras como a do Maracanã, do PAC das Favelas e do Arco Metropolitano.

Dois ex-executivos da construtora Andrade Gutierrez também denunciaram à procuradores da Lava Jato que o ex-governador cobrou propina para conceder as obras do Maracanã à empreiteira, reformado para a Copa do Mundo de 2014.

Cabral segue preso no Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro. Confira a lista completa dos acusados:

— Alex Sardinha da Veiga (um dos participantes de acordos "criminosos" entre a Secretaria de Obras e a Construtora Oriente, empresa que ele diz representar, segundo o MPF);

— Carlos Emanuel de Carvalho Miranda (operador financeiro da quadrilha);

— Carlos Jardim Borges (teria realizado pagamentos suspeitos para empresa de Carlos Miranda);

— Hudson Braga (ex-secretário de Obras do Estado do RJ);

— Jéssica Machado Braga (parente de Hudson Braga, é apontada como possível "laranja" no esquema);

— José Orlando Rabello (ex-chefe de gabinete de Hudson Braga);

— Luiz Alexandre Igayara (teria realizado pagamentos por serviços inexistentes em benefício do esquema investigado);

— Luiz Carlos Bezerra (ex-assessor de orçamento da Assembleia Legislativa do Rio);

— Luiz Paulo dos Reis (administrador e empresário ligado à Hudson Braga);

— Paulo Fernando Magalhães Pinto (administrador de empresas);

— Pedro Ramos de Miranda (ex-motorista do ex-governador);

— Rosângela Machado de Carvalho Braga (parente de Hudson Braga, é apontada como laranja no esquema);

— Wagner Jordão Garcia (ex-assessor de Sérgio Cabral);

— Wilson Carlos Cordeiro da Silva de Carvalho (ex-secretário de Governo do RJ).

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