ONU suspende missão humanitária após libertação de 40 por cento de Aleppo oriental

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O ministro da Defesa da Rússia insistiu para que a ONU inicie o apoio aos residentes de Aleppo, em vez de se limitar a declarações.

A Organização das Nações Unidas não forneceu qualquer assistência humanitária após a libertação da parte oriental de Aleppo, disse na sexta-feira (2) o porta-voz do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov.

"Infelizmente, não há nenhuma assistência humanitária da ONU nas áreas libertadas de Aleppo oriental", destacou Konashenkov.

Ele indicou que o Ministério não tinha conhecimento de 30.000 residentes que teriam fugido de Aleppo oriental  e que estariam recebendo assistência humanitária, número estimado pelo enviado especial da ONU para a  Síria, Jan Egeland, na quinta-feira (1).

Igor Konashenkov espera que "em vez de acusações infundadas, Egeland inicie a atividade real para prestar apoio humanitário aos residentes de Aleppo oriental".

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A ONU suspendeu as suas propostas de assistência humanitária após o governo sírio ter libertado 40 por cento dos bairros orientais de Aleppo, frisou o ministro russo da Defesa na sexta-feira (2).

 "Após a libertação pelas tropas governamentais sírias de mais de 40 por cento dos bairros orientais da cidade, onde residem cerca de 90.000 pessoas, todas as propostas da ONU de fornecimento de apoio humanitário a Aleppo pararam", disse Konashenkov.

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