EUA e ONU ainda não prestaram ajuda a 90 mil civis libertados em Aleppo

© Sputnik / Mikhael Alaeddin / Abrir o banco de imagensCriança refugiadas de Aleppo
Criança refugiadas de Aleppo - Sputnik Brasil
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O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, declarou nesta terça-feira (29) que os EUA, a Grã-Bretanha e a ONU ainda não realizaram nenhum esforço para prestar ajuda humanitária aos 90 mil civis libertados da ocupação jihadista na cidade síria de Aleppo nos últimos dois dias.

Konashenkov chamou a atenção para o silêncio do assessor do Representante Especial Adjunto do Secretário-Geral da ONU para os Assuntos Humanitários, Jan Egeland, bem como de representantes dos EUA, Grã-Bretanha, França, Alemanha e várias organizações internacionais, que nas últimas semanas “exigiram de forma insistente que comboios com ajuda humanitária conseguissem ter acesso a bairros controlados por rebeldes no leste de Aleppo”.

Tropas pró-governamentais ficam no telhado de prédio em Aleppo durante a operação de libertação da cidade do controle do Daesh, Síria, 28 de novembro de 2016 - Sputnik Brasil
Toda a zona leste de Aleppo está libertada dos terroristas
“No entanto, revelou-se que, passados dois dias após a libertação de mais de 90 mil habitantes do domínio terrorista em Aleppo, não houve qualquer solicitação de ajuda humanitária por parte do representante especial da ONU Staffa de Mistura, ou das chancelarias da Grã-Bretanha e França e do Departamento de Estado dos EUA” – disse Konashenkov.

Nas suas palavras, paradoxalmente, isso acontece exatamente quando as condições para a prestação de ajuda humanitária, na ausência de combatentes, são as melhores possíveis. “Pelo visto, essa ajuda era destinada a outras pessoas que também moravam em regiões no leste de Aleppo” – disse.

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