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'Brasil está chegando muito mais forte, diferentemente da outra Copa', diz Júlio Baptista

© Sputnik / Grigory SysoevJogador Júlio Baptista durante sorteio para a Copa das Copa onfederações 2017
Jogador Júlio Baptista durante sorteio para a Copa das Copa onfederações 2017 - Sputnik Brasil
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Júlio Baptista, ex-jogador da seleção brasileira, que durante a sua carreira passou por clubes renomados tais como Real Madrid, Arsenal e Roma, concedeu uma entrevista exclusiva à Sputnik Brasil durante sua estadia em Moscou.

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Em 26 de novembro, o craque participou, na cidade russa de Kazan, do sorteio da Copa das Confederações da FIFA que será realizada na Rússia em 2017.

Sputnik Brasil: Você pretende voltar a jogar no Brasil se surgir uma boa oportunidade?

Júlio Baptista: Não sei ainda, é uma coisa que simplesmente não passa pela minha cabeça. Eu ainda não acertei o meu contrato com o Orlando City, a gente não chegou a um acordo. No momento, estou fazendo um trabalho com a FIFA, desenvolvendo e falando sobre a Copa das Confederações. Eu gostaria de ficar pela Europa ou outro em mercado. Mas assim, o Brasil, é minha casa, meu país. Então se chegar uma proposta, com certeza, eu olharei com muito carinho, porque sempre vai ser meu país. 

© Sputnik / Anton DenisovJogador Júlio Baptista concede entrevista à Sputnik Brasil
Jogador Júlio Baptista concede entrevista à Sputnik Brasil  - Sputnik Brasil
Jogador Júlio Baptista concede entrevista à Sputnik Brasil
SP: Você pretende continuar trabalhando no futebol depois de se aposentar como jogador?

JP: Sim, sim, basicamente, eu dediquei mais de 20 anos da minha carreira a este esporte incrível, espetacular, e talvez tenha alguma coisa para oferecer fora do futebol, ajudando com conselhos, com coisas por mim vivenciadas, podendo ajudar de outra maneira, não só dentro de campo, mas também na parte de gestão e outras coisas.

SP: Considera uma carreira de técnico, por exemplo?

JP: Não sei. Não é que seja muito cedo para falar. Eu seguramente farei o curso da UEFA Pro quando terminar a minha carreira. Quem sabe, quem sabe… Posso também aproveitar uma possibilidade como treinador.

SP: Que mascote você acha mais legal: Zabivaka, o da Copa do Mundo russa de 2018, ou Fuleco, da Copa do Mundo realizada no Brasil em 2014? E por quê?

JP: Eu acho que cada país, cada Copa do Mundo tem o seu representante, e o Brasil teve o dele – Fuleco, e hoje a Rússia tem o seu. Tenho que exaltar o mascote da Copa do Mundo, que vai ser aqui, que vai ser na Rússia – é um bonito mascote. Sobretudo, eu não sei se na Rússia existe essa cultura incrível, como existia no Brasil, da torcida realmente olhar o futebol como a coisa mais importante, ou seja, chamar os russos para os estádios, pra eles irem e aplaudir. Até mesmo porque é uma coisa que não acontece sempre. Não sei, pode acontecer na Rússia outra copa daqui a vinte anos. É um fenômeno natural — a realização da Copa do Mundo, e as pessoas têm de aproveitar essa oportunidade.

SP: Quais são as chances do Brasil na Copa do Mundo?

JP: Como todas as outras seleções. A única coisa que eu vejo é que o Brasil está chegando muito mais forte, diferentemente da outra Copa. Tem um novo treinador, que deu uma constância, uma estabilidade ao time. Acho que isso vai ajudar muito o Brasil a chegar forte na outra Copa do Mundo.

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