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Político turco diz que Europa não é a única opção para o seu país

© AFP 2021 / OZAN KOSEGrande bandeira da Turquia
Grande bandeira da Turquia - Sputnik Brasil
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Ahmet Sorgun, vice-presidente de assuntos eleitorais do Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), do presidente Recep Tayyip Erdoğan, disse em entrevista à Sputnik que, dada a posição estratégica da Turquia, o país não tem por que se limitar em suas alianças, podendo e devendo buscar cooperação com diferentes organizações regionais.

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Erdogan: Ocidente não fez nada de bom para Turquia
Segundo Sorgun, Ancara não vê a adesão à União Europeia como única saída possível, embora as negociações de aproximação já venham sendo feitas há mais de dez anos. 

"Ninguém no mundo moderno pode permanecer espremido dentro de uma única aliança. E ninguém é obrigado a se mover em apenas uma direção. Especialmente, quando falamos de um país como a Turquia, que tem uma parte fazendo fronteira com Oriente Médio e Norte da África, outra parte, com o Cáucaso, a terceira parte, com os Bálcãs, e, a quarta, com uma grande potência como a Rússia. Portanto, a União Europeia não pode ser a única perspectiva para a Turquia", afirmou, destacando que nenhuma organização pode ter a intenção de ser única ou achar que pode garantir sua estabilidade e prosperidade sozinha. 

"Para administrar o mundo devidamente, nós precisamos trabalhar juntos e diversificar os contatos."

Parlamento Europeu - Sputnik Brasil
Parlamento Europeu aprova resolução congelando adesão da Turquia à UE
Citando o termo "aldeia global", cunhado pelo filósofo e teórico da comunicação canadense Marshall McLuhan, Sorgun destacou a grande aproximação entre os países, e disse que os mesmos devem buscar ainda mais a cooperação, por enfrentarem desafios e ameaças comuns.

Na última quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução pedindo o congelamento das conversas de integração da Turquia à UE, alegando que Ancara teria tomado medidas desproporcionais e repressivas na sequência do golpe de Estado frustrado em julho deste ano. A medida, que recebeu o apoio de 471 parlamentares, enquanto 37 votaram contra e outros 107 se abstiveram, tem valor mais simbólico e não será necessariamente apoiada pela Comissão Europeia. 

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