Bombardeios destroem o último hospital de Aleppo, alerta OMS

© AFP 2022 / GEORGES OURFALIANSyrian pro-government forces hold a position in Aleppo's 1070 district on November 8, 2016, after seizing it from rebel fighters
Syrian pro-government forces hold a position in Aleppo's 1070 district on November 8, 2016, after seizing it from rebel fighters - Sputnik Brasil
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou a informação de que os recendentes bombardeios destruíram o último hospital operante da cidade síria de Aleppo, deixando sua população sem qualquer assistência médica.

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De acordo com a representante oficial da OMS na Síria, Elizabeth Hoff, todas as organizações não governamentais que atuam na região "confirmaram que todos os hospitais estão fora de serviço".

A ONG Médicos Sem Fronteiras, que atendia tanto em estruturas já existentes como em postos móveis, acusou as forças governistas da Síria e da Rússia pelos ataques e informou que os danos causados pelos bombardeios de "são enormes".

"Precisaram interromper as atividades. O hospital pediátrico foi atacado pela segunda vez, três andares ficaram destruídos e agora ele não opera mais. Com poucos médicos remanescentes e os suprimentos que não podem entrar, o sistema sanitário está de joelhos e não sabemos se poderá voltar a funcionar", disse a ONG, em nota.

A Rússia, no entanto,garante que a aviação russa não conduz ataques em Aleppo há 28 dias, de modo que as acusações de que Moscou estaria por trás dos hospitais bombardeados na cidade síria são falsas.

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